A Casa no Tempo, da Silent Living, foi construída como casa de família e passou por várias gerações antes de abrir as portas a hóspedes. Fica na Herdade do Carvalho, em Montemor-o-Novo, e mantém o propósito original intacto: passar tempo, devagar, no meio do Alentejo.
O arquiteto Manuel Aires Mateus transformou-a num retiro branco e minimalista — quatro suites, uma piscina de 400 m² e 400 hectares de planície, lagos e sobreiros à volta. É uma casa antes de ser um espaço de eventos, e reserva-se inteira, uma estadia de cada vez.
É casar numa casa de verdade — não num venue disfarçado de casa.
A casa pertenceu aos avós do fundador da Silent Living, João Rodrigues, e foi herdada com uma missão: ligar as histórias do passado ao que é possível no futuro, sem apagar as marcas do tempo — daí o nome.
A renovação foi conduzida por Manuel Aires Mateus, amigo da família, que desenhou a casa para esbater a fronteira entre o interior e a planície: janelas enormes e arcadas que deixam entrar a luz e a paisagem.
Quanto a nós, é tudo menos um venue de eventos: uma casa real, com uma alma que não se fabrica.
Estamos em Montemor-o-Novo, a cerca de uma hora a leste de Lisboa, na Herdade do Carvalho — 400 hectares de campos de flores silvestres, lagos e montados de sobreiro.
Évora, cidade Património Mundial, e Arraiolos ficam a curta distância. É Alentejo profundo, mas com a cidade ali ao lado para quem quer explorar.
A luz alentejana, a entrar pelas janelas a todas as horas, é o verdadeiro luxo da casa. Pouco mais é preciso.
A Casa no Tempo recebe casamentos de uma mão-cheia a cem convidados, sempre numa estadia mínima de três noites — tempo para a equipa preparar o dia, e para os noivos e a família mais próxima viverem a casa antes da celebração.
A partir de vinte convidados, a celebração passa para o exterior; o interior fica para quem dorme na casa. A cozinha, o pátio e a piscina tornam-se o cenário, e tudo — do catering aos materiais — é montado e servido pela equipa Silent Living, no registo simples e sem formalismos que é a sua marca.
É um casamento que se vive, não que se monta. Vamos conversar.
A Casa no Tempo funciona como buyout: a casa inteira, três noites no mínimo, oito adultos a dormir. O nosso primeiro trabalho é a aritmética do alojamento — quem fica na casa e onde colocamos o resto do grupo, em quintas e hotéis a curta distância em Montemor — para que ninguém, numa festa de cem, fique de fora da experiência.
A casa trabalha com a equipa Silent Living e os seus próprios parceiros para tudo o que é extra — flores, fotografia, música. Fazemos a ponte com esse modelo fechado, encaixando os fornecedores certos sem o forçar, e respeitando o registo silencioso e sem formalismos que é a razão de ser da casa.
É um casamento que pede menos cenografia e mais presença — e o nosso papel é proteger isso. Da primeira chamada à última dança.
De uma mão-cheia a cem convidados, sempre numa estadia mínima de três noites; a partir de vinte, a celebração passa para o exterior.
Em Montemor-o-Novo, a cerca de uma hora a leste de Lisboa, na Herdade do Carvalho — 400 hectares de planície, lagos e sobreiros, com Évora ali ao lado.
O arquiteto Manuel Aires Mateus, que a transformou num retiro branco e minimalista da Silent Living, aberto em 2014.
Sim — a casa dorme oito adultos, em buyout de três noites. Colocamos o núcleo na casa e o resto do grupo em quintas e hotéis de Montemor, a curta distância.
A equipa Silent Living e os seus parceiros tratam de tudo, no registo simples e sem formalismos da casa; nós fazemos a ponte e encaixamos os fornecedores certos.
Civis, simbólicas e interconfessionais, ao ar livre na planície — a casa é vocacionada para um casamento íntimo e vivido devagar, não para grandes produções de vários dias.