Empoleirada na serra de Sintra, com vista para o Palácio Nacional e, ao longe, para o Atlântico, a Casa dos Penedos é daquelas casas que parecem desenhadas para um filme. De certa forma, foi: nasceu em 1922 pela mão de Raul Lino, o arquiteto que mais fez para definir o que é uma casa portuguesa de caráter.
Cuidadosamente restaurada, é hoje um dos espaços de eventos mais procurados de Sintra — salões cheios de luz, uma estufa de vegetação luxuriante, terraços abertos sobre a serra e jardins que descem a encosta. Recebe até duzentos e vinte convidados sentados, em regime de buyout total, com catering da Penha Longa.
Para quem quer um casamento de conto de fadas, íntimo e profundamente português, é esta a casa. Quanto a nós, é das que têm mais alma em toda a serra.
Raul Lino desenhou a Casa dos Penedos em 1922 como residência de verão de um financeiro lisboeta. O terreno íngreme da encosta ditou a forma da construção, e o arquiteto respondeu com uma casa que se enrosca na rocha e abre janelas para a paisagem — madeira, pedra, mármore, painéis de azulejo pintados à mão e luz natural em abundância.
Lino é uma figura central da arquitetura portuguesa do início do século XX, defensor de uma ‘casa portuguesa’ enraizada no lugar e no clima, longe do pastiche estrangeiro. A Casa dos Penedos é um dos seus exemplares mais celebrados, e o restauro recente devolveu-lhe o brilho original.
Se nos perguntarem, há casas que se constroem e casas que se desenham com intenção. Os Penedos são, sem dúvida, do segundo tipo.
Estamos na serra de Sintra, sobranceiros ao centro histórico, com o Palácio Nacional e as suas chaminés cónicas à vista e o oceano a cortar o horizonte. É uma das vistas mais bonitas da serra, dentro da Paisagem Cultural de Sintra, Património Mundial da UNESCO.
Num destination wedding, o argumento é a magia com centralidade: o aeroporto de Lisboa fica a cerca de quarenta minutos, e a vila de Sintra, com hotéis e restaurantes, a uns minutos encosta abaixo.
e o faseamento das chegadas. — explorar os palácios de Sintra, um dia em Lisboa, uma escapadela à praia — está à mão. Chegar leva quarenta minutos; querer ficar leva segundos.
A Casa dos Penedos foi feita para celebrações íntimas com vista. A cerimónia civil ou simbólica acontece nos jardins inferiores, com a encosta de Sintra e o palácio por trás; o cocktail espalha-se pela estufa de vegetação luxuriante e pelo terraço panorâmico ao pôr do sol. O jantar instala-se nos salões cheios de luz, e a festa entra pela noite.
Recebe até duzentos e vinte convidados sentados (cerca de duzentos e cinquenta em cocktail), em regime de buyout total, o que dá liberdade para desenhar o dia à medida. O catering é da Penha Longa, garantindo cozinha e serviço de nível. A estufa, bem abrigada, resolve o plano B nos dias de tempo incerto.
É um venue que privilegia a atmosfera e a vista em vez da escala — ideal para quem quer Sintra na sua forma mais romântica e fotogénica. É em casas assim que a nossa experiência mais se nota. A sessão do casal corre pelos jardins da encosta, pela estufa e pelo terraço com o Palácio Nacional e o Atlântico ao fundo. Pop the question. Nós tratamos do resto.
Uma casa com esta vista e esta intimidade é o género de espaço em que a nossa coordenação mais conta, sobretudo com convidados internacionais a descobrir Sintra pela primeira vez. e o faseamento das chegadas. a Penha Longa, da gestão do alojamento nos hotéis de Sintra — já que a casa não tem quartos — e dos transfers do aeroporto de Lisboa, a quarenta minutos.
E há a papelada e as licenças: o processo do casamento civil tratado em português, as autorizações de som na serra e um roteiro de palácios, Lisboa e praia para o grupo. Da primeira chamada à última dança.
Até cerca de duzentos e vinte convidados sentados, ou duzentos e cinquenta em cocktail, em regime de buyout total. A capacidade exata para o vosso formato confirma-se com a operação do venue.
Sim — funciona em regime de buyout total, pelo que a casa, os jardins e a estufa são vossos no dia. A Mary Me coordena os termos com a Penha Longa.
Não — a casa não tem quartos. Mas é a desculpa perfeita para os convidados ficarem num dos sítios mais bonitos de Portugal. A Mary Me coordena os room blocks nos hotéis de Sintra e trata dos transfers.
A estufa de vegetação luxuriante é um espaço coberto e bem abrigado, ideal como plano B para a cerimónia ou o cocktail. A Mary Me desenha sempre o plano de chuva.
Na serra de Sintra, com vista para o Palácio Nacional e o oceano, dentro da Paisagem Cultural da UNESCO, a cerca de quarenta minutos do aeroporto de Lisboa. Transfers tratados pela Mary Me.
Do fim da primavera ao início do outono, para aproveitar os jardins e o terraço panorâmico ao ar livre. Recomendamos reservar com antecedência, sobretudo para datas de verão.
É uma casa de 1922 do arquiteto Raul Lino, na serra de Sintra, com estufa, terraços e vista para o Palácio Nacional e o Atlântico — um cenário de conto de fadas, íntimo e profundamente português. Alma como poucos venues da serra.