Há noivos que querem casar perto de Lisboa sem casar em Lisboa. A Quinta do Pinto resolve isso em 40 minutos: 120 hectares de vinha e paisagem tranquila em Alenquer, no coração do Oeste, longe o suficiente para mudar de cenário e perto o suficiente para ninguém se atrasar.
A quinta junta um solar do século XVII a uma adega de traça tradicional, e recebe até 300 convidados pelos espaços de interior e exterior. A comida é da Casa da Comida, o que tira da mesa uma das maiores dores de cabeça de um casamento.
É generosa para festas grandes — e para quem quer campo sem isolamento.
A Quinta do Pinto nasceu de dois sonhos de António Cardoso Pinto: reunir a família debaixo do mesmo teto, num cenário rural, e produzir o seu próprio vinho. Os 120 hectares, com solar e adega, são essa ideia tornada real.
A zona ajuda. Beneficiando do microclima das encostas da Serra de Montejunto e das margens do Tejo, esta parte do Oeste produz tintos, brancos e rosés de carácter, entre aldeias típicas, moinhos e casas senhoriais.
Quanto a nós, é o tipo de lugar que não precisa de explicação: percebe-se à chegada.
Estamos em Alenquer, na região vinhateira de Lisboa, a cerca de 40 minutos da capital. É campo a sério — vinha a perder de vista — mas a curta distância do aeroporto.
Para os convidados internacionais, essa combinação é rara: têm a calma de uma quinta vínica sem ficarem isolados, com Lisboa, Sintra e a costa todas ao alcance de uma manhã.
A luz do Oeste, ao fim da tarde, faz o resto. A golden hour sobre as vinhas dispensa decoração.
Um casamento na Quinta do Pinto distribui-se naturalmente pelo solar, pela adega e pelos jardins. A cerimónia faz-se ao ar livre, entre as vinhas; o jantar pode acontecer na adega de traça tradicional ou ao ar livre, até 300 convidados.
Sendo uma propriedade grande e exclusiva, dá margem para tudo — cerimónia, jantar e festa — sem comprometer a escala. É generosa para casamentos grandes e para celebrações multiculturais que precisam de várias áreas ao mesmo tempo.
A cozinha é da Casa da Comida, que põe a fasquia gastronómica no alto desde o início. Pop the question. Nós tratamos do resto.
A meia hora de Lisboa mas em pleno campo, a Quinta do Pinto põe-nos uma tarefa simples e decisiva: levar toda a gente lá e trazê-la de volta. Tratamos dos transfers da cidade e dos hotéis da zona, com recolhas escalonadas para que ninguém fique numa estrada rural a horas tardias.
Sem o grupo todo a dormir no local, a alocação reparte-se pelos alojamentos próximos — e é aí que entra a nossa rede à volta de Alenquer, a manter família e padrinhos perto e o resto não muito longe. O espaço aberto da quinta serve bem as celebrações de várias tradições que precisam de várias áreas ao mesmo tempo, e a cozinha da Casa da Comida molda-se a menus de diferentes culturas.
E fica connosco a parte administrativa: o civil em português, a licença do fogo, os horários acertados. Da primeira chamada à última dança.
Até 300 convidados, distribuídos pelo solar do século XVII, pela adega tradicional e pelos jardins e vinhas.
Em Alenquer, na região vinhateira de Lisboa, a cerca de 40 minutos da capital — campo a sério, mas perto do aeroporto.
É — 120 hectares de vinha no Oeste, com solar e adega de traça tradicional, a produzir tintos, brancos e rosés das encostas da Serra de Montejunto.
É da Casa da Comida, que põe a fasquia gastronómica no alto e tira da mesa uma das maiores dores de cabeça de um casamento.
Sim, estacionamento privado no local, na própria quinta.
Civis, interconfessionais, religiosas e simbólicas, ao ar livre entre as vinhas; a quinta dá margem a celebrações de várias tradições que precisam de várias áreas ao mesmo tempo.