Um casamento numa vinha, em Portugal, é casar entre vinhas que trabalham — a cerimónia num terraço sobre as videiras, o jantar servido com o vinho da própria casa, e uma paisagem que trata sozinha da decoração.
Os vineyards com que trabalhamos vão dos socalcos UNESCO do Douro a Colares, à beira-mar, e ao Alentejo aberto — cada um uma quinta vinícola a sério, não um espaço com meia dúzia de videiras à porta.
O que distingue um vineyard é o vinho ser verdadeiro. São quintas em laboração, onde a vindima, a adega e a garrafa fazem parte do dia — cerimónias entre vinhas, jantares na sala das pipas, provas que dão aos convidados o que fazer nos dias à volta.
Pedem a época certa. A terra de vinho está no seu mais cinematográfico do final da primavera, e de novo nas vindimas de setembro-outubro, quando as vinhas se tingem de ouro; o pino do verão, no interior, aperta — por isso o timing e a sombra contam. Montamos sempre uma alternativa coberta.
Casa-se entre vinhas que trabalham — uma cerimónia num terraço sobre as videiras, o jantar com o vinho da casa, e provas para os convidados nos dias à volta. É o casamento português mais cénico e gastronómico.
Sobretudo no Douro e no Alentejo, com a excepção costeira de Colares, perto de Sintra, e uma quinta na planície do Ribatejo. Encaixamo-vos na região cuja paisagem e viagem servem o vosso grupo.
Nos nossos seis, entre cerca de quarenta e trezentos — de uma quinta íntima do Douro a uma herdade alentejana maior. Apontamos-vos o que encaixa nos vossos números.
O final da primavera e as vindimas de setembro-outubro, quando as vinhas ficam douradas. Evitamos o pino do calor do interior e planeamos sempre um plano B coberto.
Seis, pelas principais regiões de vinho do país. É uma seleção pequena e propositada de quintas genuinamente em laboração, não espaços com uma fila simbólica de videiras.