A Quinta da Alorna é uma das grandes quintas vínicas históricas de Portugal, na planície fértil de Almeirim, na região vinhateira do Tejo. Com quase trezentos anos de história e cinco gerações da mesma família por trás, junta vinhas, uma adega em laboração e um solar nobre à elegância tranquila de quem faz isto há muito tempo.
Para casamentos, oferece um cenário de país do vinho com pedigree a sério: vinhas e jardins para a cerimónia, a quinta histórica e os seus terrenos para a celebração, e os vinhos da própria casa à mesa.
É casar onde o vinho tem três séculos de nome.
A Quinta da Alorna deve o nome aos Marqueses de Alorna, a família nobre ligada à propriedade e, sobretudo, a Leonor de Almeida Portugal, a poetisa do século XVIII conhecida por Alcipe. Há quase três séculos que a propriedade produz vinho, passando por cinco gerações da família Lopo de Carvalho que hoje a detém.
A quinta assenta nos solos aluviais do Tejo, cuja acidez natural dá aos vinhos a frescura e a elegância que os assinam. Tradição e modernidade convivem aqui lado a lado: uma quinta histórica com uma adega de hoje.
Quanto a nós, há um à-vontade que só vem de fazer a mesma coisa, bem, durante trezentos anos.
Estamos à saída de Almeirim, na Lezíria do Tejo, a ampla planície do rio na margem esquerda perto de Santarém, a cerca de uma hora de Lisboa. É Ribatejo profundo — vinhas, cavalos, ganadarias e uma gastronomia construída à volta do rio e da terra.
Para um casamento de destino, o trunfo é o país do vinho autêntico com Lisboa por perto: a quinta é rural e enraizada, mas Santarém, as vilas ribatejanas e Lisboa e o seu aeroporto ficam todos ao alcance dos convidados.
É o Ribatejo a sério, com a capital a uma hora.
A Quinta da Alorna é um casamento de quinta vínica histórica. A cerimónia civil, simbólica ou religiosa faz-se entre as vinhas ou nos jardins da quinta, com as vinhas e a ampla planície do Tejo por fundo; o cocktail percorre os terrenos da quinta histórica; o jantar serve-se nos espaços da casa, com os vinhos da própria Alorna à mesa, e a festa decorre ao verdadeiro estilo do país do vinho.
Recebe uma celebração substancial pelos jardins e terrenos, e a identidade da quinta — três séculos de produção — dá ao dia um carácter que poucos espaços têm.
É vinho, história e planície, num só brinde. Vamos conversar.
Numa quinta vínica de três séculos, com noivos a chegar de fora, o nosso valor está em transformar uma adega em laboração num casamento de vários dias sem um único sobressalto. Desenhamos o dia com a equipa da quinta, os blocos de quartos em hotéis de Almeirim, Santarém ou Lisboa, a alocação por família, e os transfers do aeroporto de Lisboa, a cerca de uma hora.
Três séculos e cinco gerações dão à casa um à-vontade que se nota no serviço, e os vinhos próprios do Tejo são parte do guião — não um extra. Alinhamos a mesa com a identidade da quinta, do brinde aos tintos da Lezíria.
E fica connosco a parte prática: o civil, o fogo licenciado, e o ruído à medida da noite no campo. Vamos conversar.
Um casamento de quinta vínica histórica, com quase três séculos e cinco gerações da mesma família, na planície do Tejo em Almeirim.
À saída de Almeirim, na Lezíria do Tejo perto de Santarém, a cerca de uma hora de Lisboa — Ribatejo profundo, de vinhas e cavalos.
Não no local. Reservamos os blocos de quartos em hotéis de Almeirim, Santarém ou Lisboa, com a alocação por família e os transfers.
Cerca de uma hora de carro até ao aeroporto de Lisboa, com Santarém e as vilas ribatejanas ainda mais perto.
Podem, e é meio caminho andado — os vinhos do Tejo da Alorna são parte do guião à mesa, do brinde aos tintos da Lezíria.
Sim, civil, simbólica ou religiosa — entre as vinhas ou nos jardins; a parte católica coordena-se nas igrejas de Almeirim.
São três séculos de vinho e cinco gerações de uma família — um à-vontade no serviço que só vem de fazer a mesma coisa, bem, durante muito tempo.