Imaginem casar dentro de uma adega que mal se vê. A do Herdade do Freixo, no Redondo, foi escavada até quarenta metros de profundidade e desaparece sob a vinha — uma obra de Frederico Valsassina que o ArchDaily de Nova Iorque elegeu Edifício do Ano em 2018.
São cerca de 300 hectares no coração do Alentejo, entre a Serra d’Ossa e Évora, dedicados a vinhos super-premium e a uma arquitetura muitas vezes comparada ao Guggenheim. Os casamentos fazem-se dentro da adega, até 100 convidados, ou ao ar livre entre as vinhas, até 200.
É a arquitetura a fazer quase todo o cenário — e poucos lugares se lhe comparam.
A herdade pertence à família Vasconcellos e Souza há tanto tempo que é difícil dizer desde quando. Foi sempre terra de vinho e campo preservado, com vestígios megalíticos e da época romana espalhados pelos seus hectares.
A grande mudança veio com a adega subterrânea de Frederico Valsassina: três pisos enterrados sob a vinha, escavados a quarenta metros, desenhados para fazer vinho sem perturbar o equilíbrio do ecossistema à superfície.
Quanto a nós, é raro um projeto de vinho valer também como obra de arquitetura. Este vale.
Estamos no Redondo, no coração do Alentejo, entre a Serra d’Ossa e Évora — planície, sobreiros, silêncio e a luz dourada que só esta região tem.
Évora, cidade Património Mundial, fica a curta distância, e Lisboa a cerca de hora e meia. É campo profundo, mas com a cidade-museu ali ao lado para um dia seguinte.
A própria herdade vale um fim de semana: vinhas, observação de aves — a rara cegonha-preta passa por aqui — e um céu noturno que as cidades já esqueceram.
Há dois cenários, e ambos ficam na memória. Por dentro, a adega subterrânea recebe jantares até 100 convidados, num espaço de betão, terra e madeira que parece um museu. Por fora, entre as vinhas, a cerimónia e a festa estendem-se até 200.
É um espaço multidisciplinar, desenhado de raiz para experiências sensoriais — e a arquitetura faz quase todo o trabalho cenográfico. Há pouco a acrescentar a um lugar destes.
As cerimónias civis e simbólicas fazem-se na herdade; a parte religiosa coordena-se nas igrejas de Évora. Pop the question. Nós tratamos do resto.
A adega do Freixo é toda subterrânea e premiada, e isso muda a natureza do nosso trabalho: encenar um casamento dentro de uma obra de arquitetura, da vinha à superfície ao betão lá em baixo, pede um olhar diferente do de qualquer salão. Construímos o dia à volta dessa arquitetura, que dispensa quase toda a decoração.
Depois há a distância. A duas horas de Lisboa, numa zona onde a cama certa é escassa, a nossa rede de alojamento em Évora e no Redondo é metade do trabalho — onde fica o grupo, como lá chega, como regressa.
Connosco fica o essencial invisível — o civil, as autorizações de som; o cenário, esse, fá-lo a arquitetura. Vamos conversar.
Até 100 convidados ao jantar dentro da adega subterrânea, e até 200 ao ar livre, entre as vinhas, para cerimónia e festa.
No Redondo, no coração do Alentejo, entre a Serra d’Ossa e Évora, a cerca de hora e meia de Lisboa.
É toda subterrânea, escavada a quarenta metros sob a vinha — uma obra de Frederico Valsassina eleita Edifício do Ano 2018 pelo ArchDaily, comparada ao Guggenheim.
Civis, simbólicas e interconfessionais na herdade — entre as vinhas ou na adega; a parte religiosa coordena-se nas igrejas de Évora.
Não no local. A nossa rede de alojamento em Évora e no Redondo resolve a dormida, com os transfers a nosso cargo.
Produz — vinhos super-premium, feitos na adega subterrânea desenhada para não perturbar o ecossistema à superfície.