Há moradas que são, em si mesmas, um pedaço da história de uma cidade. O Hóspes Infante Sagres é uma delas: foi o primeiro cinco-estrelas do Porto, inaugurado em 1951, e desde então recebeu realeza, artistas e viajantes no coração da cidade. Casar aqui é casar numa instituição.
Recentemente restaurado, mantém o que sempre o distinguiu — os vitrais, a escadaria em ferro forjado, os lustres de cristal, a madeira trabalhada — e ganhou uma nova narrativa de design, inspirada n’Os Lusíadas, do estúdio portuense Nano Design.
É a elegância clássica de um grande hotel urbano, para quem quer casar com a cidade à porta e o conforto às costas.
O Hóspes Infante Sagres abriu portas em 1951 como o primeiro cinco-estrelas do Porto — um marco para uma cidade que então começava a afirmar-se no mapa do turismo de luxo. Ao longo de décadas, recebeu realeza, artistas e casais exigentes de todo o mundo, e tornou-se um dos hotéis históricos mais icónicos de Portugal.
Em 2024, um restauro devolveu-lhe a grandeza original — nova fachada, lobbies e quartos — sem perder os elementos que o tornaram lendário. O projeto de interiores ficou a cargo do estúdio portuense Nano Design.
Quanto a nós, há hotéis que se renovam e hotéis que se reescrevem sem se trair. O Infante Sagres é desse segundo tipo.
Estamos no coração do Porto, na Praça D. Filipa de Lencastre, a poucos passos da Avenida dos Aliados, da estação de São Bento e da zona histórica classificada pela UNESCO. É o Porto clássico e urbano, de ruas nobres e cafés históricos, com tudo a curta distância a pé.
O que aqui pesa é a centralidade total. O aeroporto Francisco Sá Carneiro fica a cerca de 25 minutos, a estação de Campanhã a poucos minutos, e os hotéis, restaurantes e vida do Porto literalmente à porta.
Torna o Infante Sagres conveniente para um grupo internacional que quer ficar no centro de tudo.
A grande vantagem do Infante Sagres é a elegância clássica de um grande hotel no centro do Porto. As cerimónias civis e simbólicas fazem-se no majestoso Salão Dona Filipa, de 135 metros quadrados, com os seus lustres de cristal, madeira trabalhada e luz natural das janelas altas — um cenário de sofisticação imediata. Em dias de sol, o pátio interior do hotel acolhe o cocktail.
O jantar serve-se no Salão Dona Filipa ou nos salões mais reservados, com a cozinha do hotel a preparar os menus, e capacidade para cerca de 100 convidados num formato sentado.
É um casamento que cabe inteiro num clássico do Porto, sem sair do centro. Falem connosco.
Um grande hotel no coração do Porto resolve metade da logística sozinho — e a outra metade é connosco. Gerimos os blocos de quartos pelos 85 quartos do Infante Sagres, com overflow nos hotéis vizinhos do centro quando o grupo é maior, os transfers do aeroporto a 25 minutos e a ordem das chegadas.
Sendo o Porto a nossa casa, o programa para os convidados sai-nos sem esforço: as caves de Gaia, a Ribeira, Serralves, um dia no Douro. O hotel trata da elegância; nós tratamos de tudo o que acontece fora das suas portas.
À escala íntima de cem convidados, adaptamos o que for preciso — um menu acertado com a cozinha do hotel, uma cerimónia simbólica num salão privado — e tratamos da articulação com as igrejas do centro para quem quer a parte religiosa, sem que a papelada chegue sequer aos noivos. Da primeira chamada à última dança.
Cerca de 100 convidados num jantar sentado, no Salão Dona Filipa de 135 m2; o pátio interior acolhe o cocktail em dias de sol.
Na Praça D. Filipa de Lencastre, no coração do Porto, a passos da Avenida dos Aliados e da estação de São Bento. O aeroporto fica a cerca de 25 minutos.
Depende da data e do tamanho do grupo; em épocas mais calmas o buyout integral é viável. Tratamos da negociação convosco e com o hotel.
Sendo no centro e de interior, casa-se aqui em qualquer altura; o fim da primavera e o início do outono são os preferidos para explorar a cidade nos dias à volta.
Sim, são 85 quartos. Distribuímo-los entre noivos, família e VIP, e estendemos aos hotéis do centro quando o grupo ultrapassa a casa.
Foi o primeiro cinco-estrelas do Porto, de 1951, recentemente restaurado — casar aqui é casar numa instituição da cidade.
A cozinha do hotel prepara os menus do casamento, na linha de sofisticação clássica que sempre o distinguiu.
Civis e simbólicas nos salões do hotel; a parte religiosa coordena-se nas igrejas do centro, a um passo.