O Paço do Morgado de Oliveira é a casa do Fitapreta, um dos projetos de vinho mais celebrados do Alentejo, junto a Évora. Um paço medieval fundado em 1306, hoje casa do Fitapreta de António Maçanita, com uma adega revestida a cortiça construída em 2017, rodeado de vinhas e da ampla paisagem alentejana — história, vinho e design no mesmo lugar, a cerca de dez quilómetros a norte de Évora.
Casar aqui é casar entre vinhas e pedra antiga, com a comida e os vinhos do Fitapreta como protagonistas. É o casamento de vinho alentejano levado a sério.
É 1306 e a vanguarda do vinho, à mesma mesa.
O Paço do Morgado de Oliveira é um paço medieval fundado em 1306 — um dos mais antigos e importantes Morgados de Portugal — em Nossa Senhora da Graça do Divor, a norte de Évora. Em 2017 tornou-se a casa do Fitapreta, o projeto de vinho de António Maçanita, com uma adega revestida a cortiça e de gravidade construída no pátio, restaurada com cuidado arqueológico.
Hoje, o paço e a adega são um destino de enoturismo, onde a história do edifício e o vinho de autor se encontram — incluindo os vinhos de talha, fermentados em ânforas de barro, que recuperam uma tradição milenar.
Quanto a nós, há poucos sítios onde se brinda a setecentos anos de história com um vinho que olha em frente. Este é um deles.
Estamos junto a Évora, no coração do Alentejo — entre vinhas, olivais e a planície dourada, a poucos minutos da cidade Património Mundial e a cerca de hora e meia do aeroporto de Lisboa. É campo, vinho e história a sério.
Para um casamento de destino, vale a combinação de autenticidade e cultura: o Alentejo é genuíno e tranquilo, mas Évora — com a catedral, o templo romano e a cozinha — fica à porta para os convidados.
Tudo o que os convidados queiram fazer — provas de vinho, monumentos, gastronomia — fica logo ali.
O Paço do Morgado de Oliveira é um casamento de vinho e história no Alentejo. A cerimónia civil, simbólica ou religiosa faz-se entre as vinhas ou no pátio do paço; o cocktail abre com uma prova dos vinhos do Fitapreta; o jantar serve-se nos espaços de pedra — com o restaurante da casa, A Cozinha do Paço, à mão — ou numa estrutura exterior, e a festa decorre pela planície, sob as estrelas.
A história do paço, as vinhas e o vinho de autor fazem o cenário — e dão um programa rico para os dias à volta, das provas às visitas à adega de cortiça.
É história, vinha e vanguarda, num só brinde. Falem connosco.
Casar na casa do Fitapreta é entrar num projeto de vinho de autor — e isso afina o nosso trabalho. Alinhamos o dia com a equipa do Fitapreta, a prova dos vinhos de talha e a cozinha d’A Cozinha do Paço, e tratamos do alojamento nos hotéis de Évora, a dez minutos, já que o paço não tem dormida, com os transfers do aeroporto de Lisboa, a hora e meia.
As vinhas do Fitapreta têm lugar de sobra para um mandap, e o pátio do paço de 1306 dá um cenário improvável e belíssimo a uma cerimónia hindu ou de outra tradição; alinhamos a restauração de cada cultura com os fornecedores de confiança, com os vinhos de talha como assinatura.
E fica connosco a parte burocrática: o civil em português, o licenciamento de som, o fogo caso a caso. Vamos conversar.
Um paço medieval de 1306, hoje casa do Fitapreta de António Maçanita, com adega de cortiça de 2017, a norte de Évora — história, vinho e design no mesmo lugar.
Há — os vinhos do Fitapreta, incluindo os de talha fermentados em ânforas de barro, acompanham o cocktail e os dias à volta, das provas às visitas à adega.
Até cerca de 150, entre as vinhas, o pátio do paço e a adega de pedra.
Não no local. Reservamos os blocos de quartos nos hotéis de Évora, a dez minutos, e tratamos dos transfers.
Junto a Évora, em Nossa Senhora da Graça do Divor, a norte da cidade Património Mundial e a cerca de hora e meia do aeroporto de Lisboa.
De maio a outubro, pelas vinhas e o pátio ao ar livre; a adega de pedra garante o interior se o tempo virar.
É brindar a setecentos anos de história com um vinho de autor de vanguarda — casar entre vinhas, pedra de 1306 e os vinhos de talha do Fitapreta.