A estate — a quinta, a herdade, a casa de campo — é a espinha dorsal do casamento português. Terrenos privados, uma casa com história, e espaço para fazer disto um fim de semana, longe do horário de seja quem for.
É a nossa maior categoria por uma razão: as estates atravessam o país inteiro e todos os feitios, das quintas vinícolas em laboração do Douro aos montes caiados do Alentejo e às casas senhoriais do Norte.
Uma estate define-se por privacidade e espaço. São propriedades privadas — muitas vezes de família, frequentemente com a casa, os jardins e por vezes a vinha tudo num só — o que significa exclusividade, espaço para tendas e cerimónias ao ar livre, e a liberdade de gerir o dia ao vosso ritmo.
Dentro da categoria, a amplitude é grande: umas são casas senhoriais polidas, outras quintas em laboração; umas levam várias centenas por relvados e celeiros, outras servem uma reunião íntima num jardim murado. Essa amplitude é o ponto — é o briefing que molda a estate, não o contrário.
Uma celebração numa propriedade privada — uma quinta, herdade ou casa de campo — com os terrenos só para vós: cerimónias ao ar livre, espaço para tendas, e a liberdade de gerir o dia ao vosso ritmo.
Em todo o lado — é a nossa maior e mais nacional categoria, das quintas vinícolas do Douro e das casas senhoriais do Minho aos montes do Alentejo e ao campo de Lisboa. Estreitamos por região, escala e estilo.
De uma reunião íntima a várias centenas, conforme a propriedade. Com 43 estates, encaixamos o venue nos vossos números, e não o contrário.
A maioria oferece exclusividade total ou parcial — uma das principais razões para as escolher. Confirmamos os termos de buyout de cada uma na shortlist.
Quarenta e três — a espinha dorsal do portefólio. Em vez de uma lista de quarenta, fazemos a shortlist do punhado que serve a vossa região, número de convidados e o fim de semana que imaginam.