Há casas com história. E há uma casa que está na mesma família desde 1376 — seiscentos e cinquenta anos, sem interrupção. A Casa de Sezim, em Guimarães, é essa casa. Não é um venue que se montou; é um lar que abre as portas.
O que a torna única são as paredes. Os salões principais do solar estão forrados com papéis panorâmicos Zuber do início do século XIX — uma das maiores coleções da Península Ibérica, com cenas do Velho e do Novo Mundo impressas à mão, peça a peça. À volta, vinhas de Vinho Verde premiado, jardins, piscina e mata. E há uma capela, para quem quer a cerimónia religiosa dentro de casa.
Para quem quer casar numa casa viva, com seis séculos de família por trás, Sezim não tem rival fácil. Não estamos a brincar.
As primeiras referências a Sezim remontam a 1376 e falavam apenas de uma torre fortificada. A propriedade passou, sem interrupção, pela mesma família — uma continuidade rara em Portugal, que começou com D. João de Freitas, companheiro de D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, nascido precisamente em Guimarães.
A torre foi crescendo até ao século XVIII, quando ganhou a fachada imponente que ainda hoje recebe quem chega. Mas a grande transformação veio no século XIX, pela mão do arquiteto e artista August Roquemont, responsável por trazer para as paredes os papéis franceses Zuber — panoramas impressos que transformaram os salões num museu habitado.
A produção de Vinho Verde entrou na tradição da casa no século XX e mantém-se premiada. Se nos perguntarem, o que distingue Sezim é não ser um cenário: é uma casa de família que decidiu partilhar seis séculos de história com quem ali casa.
Estamos em Santiago de Candoso, a poucos minutos de Guimarães — a primeira capital de Portugal, o berço da nação, com o centro histórico classificado pela UNESCO. É o Minho a que chamam o Jardim de Portugal: verde, fértil, rodeado de vinhas e mata antiga.
A grande vantagem é estar perto de tudo sem estar dentro de nada. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a menos de uma hora de carro, e Guimarães a quinze minutos — o que torna Sezim conveniente para um grupo internacional que procura juntar campo e cidade histórica.
À volta há Guimarães e o seu centro UNESCO, Braga a meia hora, o Porto a cinquenta minutos e o Gerês a uma hora para o day-after. Sezim é uma base elegante e serena para um destination wedding que quer o Minho aristocrático, longe do óbvio.
O grande trunfo de Sezim é a atmosfera de casa particular com seis séculos por trás. e o faseamento das chegadas. nos jardins ou junto à piscina, entre a vinha e a mata; e — vantagem rara — há capela na própria casa, para quem quer a cerimónia católica sem sair da propriedade. O cocktail vive nos jardins e nos terraços, com o solar e a fachada setecentista como cenário.
O jantar e a festa acontecem nos jardins ou nos salões históricos, onde os papéis panorâmicos Zuber dão ao espaço uma profundidade visual que nenhuma decoração imita — imaginem jantar rodeados de panoramas pintados há duzentos anos. E há a assinatura óbvia: o Vinho Verde da casa, que acompanha o jantar e transforma uma prova numa experiência.
A propriedade recebe um evento de cada vez, com exclusividade total, e os oito quartos do solar deixam o casal e a família próxima dormir na própria casa. É um venue de escala humana, íntima, mais lar do que salão.
Conhecemos os ângulos certos dos salões e dos jardins ao longo do dia. A sessão do casal percorre os jardins, a vinha e os salões Zuber. Pop the question. Nós tratamos do resto.
Guimarães e o Minho conhecemo-los bem — e numa casa de família como esta, em que o casamento se constrói em diálogo com os donos da casa, a nossa coordenação é precisamente o que mantém tudo elegante e sem atritos. Tratamos dos transfers do aeroporto do Porto, da alocação dos oito quartos do solar entre casal e família próxima, do overflow selecionado nos hotéis de Guimarães para os restantes convidados e do faseamento das chegadas.
Do lado menos glamoroso mas essencial: a capela da casa para a cerimónia católica (com a ligação à paróquia), a licença da Câmara de Guimarães para o fogo de artifício, o sound curfew, a papelada do civil tratada em português e provas do Vinho Verde da casa para os convidados. Para quem fica, desenhamos o day-after em Guimarães, Braga ou no Gerês. Da primeira chamada à última dança.
Sezim recebe casamentos com a cerimónia nos jardins, junto à piscina ou na capela, o cocktail nos jardins e o jantar ao ar livre ou nos salões históricos forrados com papéis Zuber. É um venue de escala íntima, ideal para casamentos com personalidade. A capacidade exata confirma-se com o venue.
Em Santiago de Candoso, a quinze minutos de Guimarães, a primeira capital de Portugal. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a menos de uma hora de carro.
Sim. Sezim recebe um evento de cada vez, com exclusividade total — os jardins, os salões, a capela e os oito quartos são inteiramente vossos. A Mary Me coordena a logística.
Os jardins e a vinha estão no auge entre maio e setembro, a época mais procurada, com as vindimas a darem ao início do outono um encanto especial. Nos meses mais frios, os salões com os papéis Zuber e a lareira mantêm a experiência igualmente forte. Para datas premium, recomendamos 12 a 18 meses de antecedência.
É uma casa que está na mesma família desde 1376, com uma das maiores coleções de papéis panorâmicos Zuber da Península Ibérica — panoramas franceses do século XIX impressos à mão — e Vinho Verde premiado produzido na própria propriedade. Recebe um evento de cada vez.
Sim. A casa tem capela própria, onde as cerimónias católicas acontecem sem sair da propriedade. A Mary Me coordena a ligação à paróquia.
Sim, oito quartos no solar (seis quartos e duas suítes). O casal e a família próxima dormem na casa; a Mary Me coordena o overflow nos hotéis de Guimarães.
Sim. Sezim produz Vinho Verde premiado, e o jantar pode ser acompanhado pelos vinhos da casa. Uma prova na adega, com a história da família, é o tipo de momento que define um casamento aqui.