Há projetos que não se limitam a abrir portas — plantam uma vinha, uma horta, uma ideia inteira de como viver, e só depois convidam alguém a casar no meio disso. A Ode Winery, a 45 minutos de Lisboa, é um deles. Uma propriedade de 96 hectares onde se faz vinho de intervenção mínima, se pratica agricultura sintrópica e biológica, e onde os eventos acontecem rodeados da própria terra que alimenta a mesa.
É um projeto do Immerso Collective — os mesmos que estão por trás do Immerso, na Ericeira — com a mesma assinatura de design e sustentabilidade. O restaurante Cellar Door, de conceito de partilha, traz a horta diretamente à mesa.
É um casamento para quem quer o vinho e a terra como protagonistas, não como cenário.
A Ode é um projeto recente, e a sua história é a de uma aposta arrojada. A propriedade de 96 hectares foi adquirida pelo Immerso Collective — fundado por David Clarkin e Andrew Homan — com o objetivo de dar visibilidade a uma região e à sua cultura vínica profunda, através da Ode Winery e da Ode Farm & Living.
A adega já está em produção, com a primeira colheita sob o rótulo Ode lançada em 2022 — brancos Semillon e Viognier de frescura e acidez persistente, tintos subtis e bem estruturados, todos sob a filosofia de intervenção mínima, atenção máxima.
Quanto a nós, há uma honestidade rara em casar onde o vinho ainda se está a inventar. É terra viva, não um rótulo já feito.
Estamos em Vila Chã de Ourique, a cerca de 45 minutos de Lisboa, na região vinhateira que se estende a nordeste da capital — terra de vinha, planície e luz aberta, longe da densidade da costa.
A localização é o trunfo prático: o aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, fica a menos de uma hora, o que torna a Ode acessível aos convidados internacionais sem a longa viagem que outros destinos de vinha exigem. E, no entanto, mal se entra na propriedade, a cidade desaparece — ficam só os 96 hectares de vinha, horta e céu.
Para um casamento de destino, é o campo a sério com Lisboa ao alcance.
A Ode é, acima de tudo, uma adega em laboração — e é isso que define um casamento aqui. As cerimónias fazem-se ao ar livre, entre as vinhas e a horta, com a planície da região de Lisboa por trás. O cocktail corre pelos espaços exteriores e pela zona da adega, com os vinhos da casa, de intervenção mínima, naturalmente como estrelas.
O jantar e a dança tomam os espaços de eventos da propriedade e o exterior, num formato que privilegia as mesas compridas, a partilha e a ligação à terra. O restaurante Cellar Door, de conceito de partilha, traz o farm-to-table à mesa.
É um casamento de raiz, do campo ao copo. Pop the question. Nós tratamos do resto.
Numa adega em laboração, o nosso papel é ser a ponte entre a terra e os países de onde chegam os vossos convidados. Aproveitamos a distância de menos de uma hora ao aeroporto de Lisboa para os transfers e, até a Ode Living abrir, coordenamos o alojamento em hotéis selecionados de Lisboa e da região, com a ordem de chegadas de quem vem de fora.
A filosofia da casa é de partilha e mesa comprida, e o nosso trabalho é honrá-la: alinhamos o menu farm-to-table com a cozinha do Cellar Door, os vinhos de intervenção mínima, e os tempos de um dia que se quer sem pressa.
E é nosso o trabalho de bastidores: o civil resolvido em português, o fogo licenciado, a música com hora para acabar. Da primeira chamada à última dança.
Até cerca de 250 convidados, com a cerimónia entre as vinhas, o cocktail na adega e o jantar em mesas compridas nos espaços da propriedade.
Em Vila Chã de Ourique, a cerca de 45 minutos de Lisboa, na região vinhateira a nordeste da capital. O aeroporto fica a menos de uma hora.
Estuda-se conforme a data. Sendo uma propriedade de 96 hectares em laboração, fechamos as condições de uso convosco e com a equipa da Ode.
Ainda não no local — até a Ode Living abrir, coordenamos o alojamento em hotéis selecionados de Lisboa e da região, com os transfers.
De maio a outubro, pela vinha no auge e as cerimónias ao ar livre na planície; convém contar com as vindimas no fim do verão.
Civis e simbólicas entre as vinhas e a horta; a parte religiosa coordena-se nas igrejas da região.
É uma adega a sério, de intervenção mínima e agricultura sintrópica — casar onde o vinho se faz, com a horta a chegar diretamente à mesa.
São, sim — primeira colheita Ode em 2022, brancos Semillon e Viognier e tintos de intervenção mínima, feitos na própria propriedade.