Toda a gente conhece o Douro das fotografias: os socalcos, o rio, os cruzeiros. Poucos conhecem o que vem depois — o Douro Superior, o troço mais alto e mais selvagem do vale, onde a paisagem se abre, a luz endurece e quase não há ninguém. É aqui que fica a Quinta da Terrincha.
É uma quinta vitivinícola da família Seixas Pinto, a fazer vinho desde 1868, espalhada por 380 hectares de terreno, 120 deles vinha de altitude. No meio, um solar do século XVIII com seis suítes, quinze villas espalhadas pela propriedade e espaços de evento virados à paisagem. É vinho, história e silêncio, em doses generosas.
Para quem quer o Douro verdadeiro, longe das rotas batidas, a Terrincha é o segredo. Não estamos a exagerar.
A Terrincha faz vinho desde 1868 — mais de século e meio de viticultura nas mãos da mesma família, os Seixas Pinto. É a continuidade rara de uma casa que atravessou gerações sem perder o fio, num vale onde o vinho não é um negócio recente: é identidade.
O coração da propriedade é um solar do século XVIII, a casa-mãe da quinta, hoje com seis suítes que mantêm o caráter do edifício original. À volta, os 120 hectares de vinha sobem em altitude, num dos terroirs mais exigentes e mais recompensadores do Douro Superior — onde as vinhas lutam com o calor e a altura, e devolvem vinhos de caráter.
Se nos perguntarem, o que distingue a Terrincha é a escala e o isolamento. Trezentos e oitenta hectares dão imenso espaço para respirar, e a distância do Douro Superior garante que, no dia do casamento, o vale é praticamente vosso.
Estamos no Douro Superior, a sub-região mais a leste do Alto Douro Vinhateiro — Património Mundial da UNESCO — junto à fronteira com Espanha. É o Douro mais dramático e menos turístico: montanhas íngremes, calor intenso no verão e uma paisagem de vinha que se estende a perder de vista.
É, reconheça-se, um destino para quem quer fugir ao óbvio. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a cerca de duas horas de carro, por uma estrada que sobe o vale — uma viagem que é, em si mesma, parte da experiência. Não é um sítio de passagem; é um sítio que se escolhe, e onde se fica uns dias.
À volta estão as grandes quintas do Douro para provas, os cruzeiros no rio e toda a paisagem para um day-after que nenhum convidado esquece. Para um destination wedding que quer o Douro autêntico, longe das multidões, a Terrincha é difícil de igualar.
O grande trunfo da Terrincha é o espaço e a paisagem. As cerimónias civis e simbólicas fazem-se ao ar livre, entre as vinhas ou nos terraços do solar, com a paisagem do Douro Superior como pano de fundo — um cenário que não precisa de decoração. O cocktail e a sessão de fotografias do casal vivem na propriedade, que com 380 hectares tem recantos para uma sessão completa sem roubar tempo aos convidados.
O jantar e a festa acontecem nos espaços de evento da quinta ou ao ar livre, sob as estrelas que no Douro Superior se veem como em poucos lugares do país. E há a assinatura óbvia: o vinho. O jantar pode ser casado com os vinhos da própria casa, e uma prova na quinta, com as castas do Douro Superior, transforma um cocktail num programa.
A propriedade recebe um evento de cada vez, com buyout total, pelo que o vale, o solar e as villas são inteiramente vossos durante todo o casamento. É um venue para quem quer espaço, privacidade e um Douro que poucos chegam a ver.
Conhecemos o Douro a fundo e os ângulos certos da paisagem ao longo do dia. A sessão do casal serpenteia por 380 hectares de vinha. Pop the question. Nós tratamos do resto.
O Douro não é território desconhecido para nós — coordenamos casamentos por todo o vale e conhecemos a logística de levar um grupo internacional Douro acima como poucos. É precisamente num lugar tão remoto que esta experiência mais conta. Tratamos dos transfers do aeroporto do Porto até ao Douro Superior — duas horas de estrada de montanha que ninguém quer improvisar — e da alocação das quinze villas e das seis suítes do solar entre casal, família e convidados, com o buyout total coordenado para que a quinta seja inteiramente vossa.
E há a parte prática: a licença camarária para o fogo sobre a vinha (numa área classificada pela UNESCO, com condicionantes), a ligação às igrejas da região para a parte religiosa, o sound curfew, a papelada do civil tratada em português e a coordenação de provas e cruzeiros para quem fica. Da primeira chamada à última dança.
A Terrincha recebe casamentos com a cerimónia ao ar livre entre as vinhas ou nos terraços do solar, o cocktail na propriedade, e o jantar nos espaços de evento ou sob as estrelas. Com 380 hectares e buyout total, há espaço de sobra. A capacidade exata confirma-se com o venue.
No Douro Superior, a sub-região mais a leste do Alto Douro Vinhateiro, Património Mundial da UNESCO, junto à fronteira com Espanha. Fica a cerca de duas horas de carro do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.
Sim. A Terrincha recebe um evento de cada vez, com buyout total da propriedade — o vale, o solar e as villas são inteiramente vossos. A Mary Me coordena o buyout e a alocação do alojamento.
O Douro Superior é deslumbrante na primavera e, sobretudo, no outono, com as vindimas e a vinha a dourar — é a estação mais cinematográfica. O verão é de calor intenso, ideal para festas de fim de tarde e noite. Para datas premium, recomendamos 18 a 24 meses de antecedência.
Sim: o solar do século XVIII tem seis suítes e há quinze villas pela propriedade. Pode reservar-se a quinta inteira para o casamento, com o grupo a dormir no mesmo vale. A Mary Me coordena a alocação.
Civis e simbólicas ao ar livre, entre as vinhas ou nos terraços. Para cerimónias católicas, coordenamos nas igrejas da região, com os transfers tratados pela Mary Me.
Sim, e é uma das grandes vantagens. A Terrincha faz vinho desde 1868, e o jantar pode ser casado com os vinhos da própria casa. Uma prova na quinta, com as castas do Douro Superior, é o tipo de momento que define um casamento aqui.
Provas nas quintas do Douro, cruzeiros no rio e a paisagem dramática do Douro Superior para excursões. A Mary Me desenha o programa do fim de semana no Douro.