A montante do Porto, o Douro deixa de ser um rio de cidade e torna-se a região vinhateira que tornou o Norte famoso — socalcos de vinha a descer até à água, quintas pousadas sobre as curvas do rio, e o sossego dourado e lento da região demarcada mais antiga do mundo.
Os venues do Vale do Douro com que trabalhamos vão de quintas vinhateiras em laboração a hotéis ribeirinhos de cinco estrelas, todos dentro da mesma paisagem UNESCO. O que partilham é a vista, o vinho, e um dia que corre ao ritmo do próprio vale.
O Vale do Douro reúne 12 dos venues de casamento da Mary Me, espalhados pela região vinhateira classificada pela UNESCO — de quintas vinhateiras históricas e hotéis ribeirinhos de cinco estrelas a quintas de vinha mais intimistas. A maioria fica a uma a duas horas rio acima do aeroporto do Porto, em torno do Peso da Régua e do Pinhão, e acolhe cerimónias na vinha de cerca de 40 a 400 convidados, melhor entre maio e outubro.
Algumas definem o vale. Quinta da Pacheca é a clássica — uma das quintas vinhateiras mais antigas do Douro, com cerimónias na vinha e jantares na adega servidos com os seus próprios vinhos. Six Senses Douro Valley traz o wellness de cinco estrelas e um formato de buyout completo, de vários dias, para grupos maiores, enquanto The Vintage House Hotel fica à beira-rio no Pinhão, com os socalcos a subir atrás. Quinta do Vallado e Quinta da Terrincha guardam o carácter de quinta em laboração — a Terrincha acolhe as maiores celebrações — e Vila Galé Douro Vineyards junta o cenário de vinha ao conforto à escala de hotel. Para algo mais pequeno e totalmente privado, Quinta de S. Bernardo e Quinta do Vale da Ermida mantêm a lista de convidados próxima e o vale só para vocês.
No nosso portefólio, doze — de quintas vinhateiras históricas a hotéis ribeirinhos de cinco estrelas, todos dentro da região vinhateira UNESCO. Encaixamos os casais nos poucos que servem o número de convidados, a época e o estilo, em vez de entregar uma lista de quarenta.
Uma a duas horas, conforme a profundidade — o Pinhão e o Peso da Régua ficam bem a montante. Tratamos dos transfers para que os convidados nunca conduzam sozinhos pelas estradas do vale.
Cada casamento no Douro é orçamentado individualmente, não lido a partir de uma tabela. O vale vai de fins de semana íntimos em quinta a celebrações de buyout completo de cinco estrelas, que ficam muito distantes entre si, e somos honestos sobre onde cada venue se situa antes de se apaixonarem por um.
De maio a outubro, com setembro e outubro a coincidir com a vindima, quando os socalcos ficam dourados. Construímos sempre um plano B abrigado — o vale recompensa a preparação, não o risco.
Pode ser — o vale interior chega aos quase quarenta graus no pico do verão, mais quente do que a costa. Planeamos à volta da sombra e do timing, e preferimos o final da primavera e o início do outono.
Sim — cerimónias na vinha e nos terraços sobre o rio são exactamente o que este vale faz melhor. Sabemos que quintas seguram a luz à hora dourada.