A palavra boutique está gasta de tanto uso. O Casal dos Capelinhos devolve-lhe o sentido: é um hotel pequeno, de gestão familiar, numa vinha em produção em Santa Marta de Penaguião, no Douro, onde cada quarto foi pensado ao detalhe e onde o jantar é cozinhado pela própria casa. Não é marketing — é boutique a sério.
São seis hectares de vinha, uma piscina infinita debruçada sobre o vale, jardins, um laranjal e uma horta biológica. A família — o Pedro, enólogo, e a Maria José — está no vinho do Porto há cerca de século e meio, e recebe os hóspedes como quem partilha a sua casa. Para casamentos, exige-se o buyout total e um mínimo de duas noites.
Para quem quer um casamento vínico íntimo, com design e alma de família, é caso para dizer: encontraram um dos pequenos tesouros do Douro.
As terras do Casal dos Capelinhos pertencem à família da Maria José desde 1976, e o seu lado da família está ligado à produção de vinho do Porto no Douro há cerca de cento e cinquenta anos. É essa herança — de vinha e de hospitalidade — que dá autenticidade ao lugar.
A transformação em boutique hotel foi recente e cuidadosa. A decoração, conduzida pela própria Maria José, evitou de propósito o rústico-tradicional que define a maior parte do turismo rural português, optando por uma estética contemporânea e quente. Até o símbolo da casa tem história: nasceu da forma de um bloco de pedra usado na construção de um dos socalcos da propriedade.
Se nos perguntarem, o que distingue o Casal dos Capelinhos é a escala humana. É uma casa onde a família cozinha, guia as provas e sabe o nome dos hóspedes — o oposto de uma máquina de eventos.
Estamos na Quinta Nova, um recanto sossegado de Santa Marta de Penaguião, no coração do Douro vinhateiro, a poucos quilómetros do Museu do Douro e do Peso da Régua. É uma paisagem de socalcos e vinha a perder de vista, com o vale a abrir-se em frente da casa.
A grande vantagem é a calma com acesso. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a cerca de hora e meia, e o Pinhão a quarenta minutos — perto o suficiente para um day-after de provas e cruzeiros, longe o suficiente para o silêncio que se procura no Douro.
À volta está o vale inteiro — provas nas quintas vizinhas, cruzeiros no rio, os miradouros do Alto Douro — e, dentro da própria propriedade, os trilhos pela vinha, o pomar e a horta. O Casal dos Capelinhos é uma base íntima para um destination wedding no coração do Douro.
O grande trunfo do Casal dos Capelinhos é a intimidade. Sendo um small venue de família, com buyout total e mínimo de duas noites, o casamento desenrola-se ao longo de vários dias, sem nenhum outro evento a partilhar o espaço — a vinha, a piscina e a casa são inteiramente vossas.
As cerimónias civis e simbólicas correm nos jardins ou junto à piscina infinita, com o vale como pano de fundo. O cocktail vive na esplanada e nos jardins, e o jantar acontece ao ar livre ou nos espaços da casa — com a opção rara de a refeição ser cozinhada na cozinha do próprio hotel, farm-to-table, com os vinhos da casa. É o tipo de detalhe que torna um casamento pequeno inesquecível.
É um venue para casamentos íntimos e elopements, onde a escala pequena é a virtude. Há liberdade para trazer fornecedores à vossa escolha, em diálogo com a casa — e é aí que a nossa coordenação faz falta. A sessão do casal percorre a vinha, a piscina infinita e as vistas do vale. Pop the question. Nós tratamos do resto.
O Douro é o nosso terreno de conforto, e num small venue de família como este — onde tudo se desenha em diálogo com a casa — a nossa coordenação é o que permite ao casal e à família descontrair e serem hóspedes. Tratamos dos transfers do aeroporto do Porto até Santa Marta de Penaguião — hora e meia de estrada cénica coordenada em shuttle —, da alocação dos quartos num buyout de duas noites e do overflow na Régua quando a lista excede a casa. Coordenamos os fornecedores à vossa escolha em diálogo com o gestor do venue.
Na parte burocrática: a ligação às igrejas de Santa Marta e da Régua para a cerimónia católica, a autorização para fogo de artifício (em zona do Douro, com condicionantes), a hora limite de som, o casamento civil tratado em português e provas de vinho e trilhos pela vinha para quem vos acompanha. Da primeira chamada à última dança.
O Casal dos Capelinhos é um small venue de família, de escala íntima, ideal para casamentos mais pequenos e elopements. A cerimónia acontece nos jardins ou junto à piscina infinita, e o jantar ao ar livre ou nos espaços da casa. A capacidade exata confirma-se com o venue.
Na Quinta Nova, em Santa Marta de Penaguião, no coração do Douro vinhateiro, perto do Museu do Douro e da Régua. Fica a cerca de hora e meia de carro do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, e a quarenta minutos do Pinhão.
Sim — e é, na verdade, obrigatório: o uso para casamentos exige o buyout total e um mínimo de duas noites. Isso transforma o casamento num retiro privado de vários dias. A Mary Me coordena o buyout e a estadia.
A primavera e o início do outono são as épocas mais procuradas no Douro, com as vindimas a darem a setembro um encanto especial. O verão é quente, ideal para festas ao fim da tarde junto à piscina. Para datas premium, com a exigência de várias noites, convém reservar com bastante antecedência.
Sim, quartos de boutique hotel, decorados individualmente, com vista para os jardins ou para a vinha. O buyout total e o mínimo de duas noites são obrigatórios. A Mary Me coordena a alocação e o overflow na Régua.
É um boutique hotel de família numa vinha em produção, com design contemporâneo genuíno, piscina infinita sobre o vale e jantares farm-to-table cozinhados na própria casa. A família está no vinho do Porto há cerca de século e meio. É escala humana, não uma máquina de eventos.
É um dos grandes trunfos. Os jantares são cozinhados na própria casa, farm-to-table, com produtos da horta e do pomar e os vinhos da casa. Uma refeição aqui é, por si só, uma viagem pelos sabores do Douro.
Civis e simbólicas nos jardins ou junto à piscina. Para cerimónias católicas, coordenamos nas igrejas de Santa Marta de Penaguião e da Régua, com os transfers tratados pela Mary Me.