A um minuto do Porto, junto à Ponte da Arrábida, há uma quinta que parece um mundo à parte. A Quinta do Jordão tem quase dez hectares de verde no meio da cidade, e a sua imagem de marca é uma coisa: uma alameda de tílias centenárias, de cem metros de comprimento, que funciona ao mesmo tempo como corredor de cerimónia de cinema e como mesa comprida para um jantar ao ar livre.
Para além da alameda, há um Jardim Romântico com espelho de água junto à casa principal, um pavilhão com azulejos pintados à mão pelo artista Alberto Ayres de Gouvêa, e uma capela para micro-cerimónias. A quinta recebe casamentos de cerimónia e receção até 300 convidados, em uso exclusivo, e adapta-se à grande festa ou à celebração íntima.
Para quem quer um casamento de jardim, com história e escala, a minutos do Porto, é um spot perfeito. Quanto a nós, essa alameda de tílias vale uma decoração inteira.
A Quinta do Jordão é uma propriedade histórica em Vila Nova de Gaia, dos tempos em que estas margens se cobriam de casas senhoriais à porta do Porto. Manteve os elementos que a tornam especial — a casa principal, o jardim romântico e, sobretudo, a alameda de tílias centenárias que a atravessa — e adaptou-se a eventos contemporâneos sem perder o caráter.
O pavilhão integra o espírito do jardim com elementos decorativos cuidados, incluindo azulejos pintados à mão por Alberto Ayres de Gouvêa, que dão ao espaço uma assinatura artística. A capela, pequena e recatada, é ideal para cerimónias mais íntimas, até trinta convidados.
Se nos perguntarem, o que distingue a Quinta do Jordão é a alameda. Há jardins bonitos em Gaia; poucos têm cem metros de tílias centenárias, capazes de transformar uma simples entrada num momento de cinema.
Estamos em Vila Nova de Gaia, junto à Ponte da Arrábida, com o Porto literalmente a um minuto do outro lado do rio. Apesar de tão central, a quinta é um oásis verde de quase dez hectares, com a brisa do Douro e o silêncio dos jardins — cidade e campo na mesma morada.
A grande vantagem é a centralidade absoluta. O aeroporto Francisco Sá Carneiro fica a cerca de quinze quilómetros, vinte minutos de carro, e o centro do Porto, as caves de Gaia e a Foz a curtíssima distância — o que torna a Quinta do Jordão cómoda para um grupo internacional que quer um casamento de jardim sem se afastar da cidade.
À volta está todo o Porto e Gaia para um day-after — caves, Ribeira, Serralves, a Foz — à porta. A Quinta do Jordão é uma base verde, histórica e central para um destination wedding de cidade.
O grande trunfo da Quinta do Jordão é a variedade de cenários num só jardim, em regime de uso exclusivo. As cerimónias civis e simbólicas acontecem na alameda de tílias — um corredor de cinema — ou no Jardim Romântico, junto ao espelho de água; e as cerimónias católicas mais íntimas, até trinta convidados, têm a capela da própria quinta. O cocktail flui nos jardins, sob as árvores centenárias.
O jantar e a festa decorrem na alameda, com mesas compridas sob as tílias, ou no pavilhão de azulejos pintados à mão, ou ao ar livre nos relvados. Com capacidade até 300 convidados, a quinta adapta-se à grande festa ou à celebração mais recatada, e a beleza natural do espaço dispensa quase toda a decoração — palavras dos próprios casais.
A propriedade recebe um evento de cada vez, com uso exclusivo, pelo que os jardins, a alameda e a capela são inteiramente vossos. Conhecemos o Porto e Gaia a fundo. A sessão do casal move-se pela alameda de tílias centenárias e pelo jardim romântico. Pop the question. Nós tratamos do resto.
O que acrescentamos é representar-vos sem agenda e coordenar tudo o que liga a quinta ao Porto em redor — o que num casamento internacional, numa quinta sem estrutura de hotel, é metade do trabalho. Tratamos dos transfers do aeroporto (a vinte minutos) e da ligação aos hotéis de Gaia e do Porto para o room block, já que não há alojamento no local — embora a quinta tenha parcerias com hotéis selecionados. O faseamento das chegadas de um grupo internacional e a coordenação de um casamento com escala — 300 convidados são muita gente para manter em ritmo — são parte do trabalho.
E há a parte prática: a capela serve a cerimónia católica íntima, e para grupos maiores coordenamos com as igrejas de Gaia e do Porto; tratamos da licença camarária para o fogo, do sound curfew, da papelada do civil em português e do programa do Porto para quem fica. Da primeira chamada à última dança.