Há hotéis que pedem emprestada a palavra realeza para soar a luxo. O Grande Real Villa Itália não precisa: foi, de facto, a casa de um rei. Umberto II de Itália viveu aqui parte do seu exílio, e dessa história o hotel guarda o nome e uma elegância que não se compra com decoração nova.
Hoje é um cinco estrelas à beira-mar em Cascais, membro dos The Leading Hotels of the World, de frente para o Atlântico, com um spa de mil metros quadrados, piscinas exteriores aquecidas e salões que recebem desde jantares íntimos a festas até quatrocentos convidados.
Para quem quer casar na Riviera Portuguesa, com o mar como pano de fundo e o conforto de um cinco estrelas, parem aqui. Quanto a nós, poucos lugares juntam tão bem história, mar e serviço.
A villa começou como uma casa apalaçada à beira-mar, na Cascais que a corte portuguesa transformou em estância de verão no final do século XIX. O nome que ficou, porém, vem de meados do século XX: foi aqui que Umberto II, o último rei de Itália, passou parte dos seus longos anos de exílio em Cascais, a curta distância de outros membros da realeza europeia deposta que escolheram a vila como refúgio.
Convertida em hotel de cinco estrelas, a casa manteve a escala e o requinte de uma residência de aparato, e ganhou o que faltava a uma villa privada: um spa de mil metros quadrados com talassoterapia, salões de eventos, piscinas sobre o mar. A entrada nos The Leading Hotels of the World confirmou o padrão.
Se nos perguntarem, há uma ironia bonita nisto: um lugar desenhado para o descanso de um rei sem trono tornou-se um dos cenários mais procurados para o dia em que duas pessoas são, por umas horas, a realeza da festa.
Estamos em Cascais, na Riviera Portuguesa, onde a serra de Sintra desce até ao Atlântico e a antiga vila de pescadores se tornou uma das moradas mais elegantes a oeste de Lisboa. O hotel assenta na costa, perto da Boca do Inferno, com o mar a encher o horizonte de quase todos os salões.
Num casamento com convidados de fora, vale o acesso: o aeroporto de Lisboa fica a cerca de trinta minutos, e o centro de Cascais, com as praias, os restaurantes e a marina, a curta distância. Sintra, com os seus palácios, fica a vinte minutos serra acima.
O que os convidados quiserem fazer na véspera ou no dia seguinte — praia, golfe, um dia em Sintra, uma escapadela a Lisboa — está à mão. Chega-se num instante; é o regresso que ninguém marca com vontade.
O grande trunfo da Villa Itália é o mar. As cerimónias civis e simbólicas fazem-se ao ar livre, com o Atlântico atrás, e o cocktail abre nos terraços e pela zona da piscina ao pôr do sol. Para a parte religiosa, as igrejas de Cascais ficam a poucos minutos.
O jantar e a festa têm lugar nos salões clássicos do hotel — o salão Príncipe de Sabóia recebe festas até quatrocentos convidados, e espaços virados ao mar como o Duque d’Aosta e a Loggia são perfeitos para cocktails e grupos mais pequenos. É um casamento de elegância serena, com o conforto de um cinco estrelas a sustentar cada detalhe.
E há o trunfo do alojamento: com os 124 quartos do hotel, o casal e os convidados dormem no local, com spa, piscinas e pequeno-almoço de frente para o mar, e o casamento alarga-se a um fim de semana inteiro na Riviera. A sessão do casal corre sobre o Atlântico, pelos terraços e pela linha de costa de Cascais à golden hour. Pop the question. Nós tratamos do resto.
Organizar aqui é, sobretudo, gerir a ponte entre o hotel e o mundo de onde chegam os vossos convidados: os transfers — aproveitando os trinta minutos até ao aeroporto de Lisboa —, a gestão dos room blocks pelos 124 quartos, as chegadas faseadas de um grupo internacional e o overflow nos hotéis de Cascais quando a lista cresce.
No plano prático: as licenças camarárias para a cerimónia e para o fogo sobre o mar sobre o mar, a hora limite da música, o civil despachado em português, a ligação às igrejas de Cascais e um programa de Sintra, Lisboa e praias para quem decide ficar. Da primeira chamada à última dança.
O salão Príncipe de Sabóia recebe festas até cerca de quatrocentos convidados, e há salões mais íntimos virados ao mar para grupos pequenos. A capacidade exata para o vosso formato confirma-se com o venue.
Em Cascais, na Riviera Portuguesa, na costa atlântica e a cerca de trinta minutos do aeroporto de Lisboa. Sintra fica a vinte minutos, com transfers tratados pela Mary Me.
Sendo um hotel em funcionamento, a exclusividade total combina-se caso a caso; o habitual é reservar os salões e áreas de evento com um room block. A Mary Me trata de fechar a exclusividade e a alocação de quartos.
Sim, 124 quartos, com um spa de mil metros quadrados e piscinas exteriores aquecidas. O casal e os convidados dormem no local; a Mary Me coordena a alocação e o overflow em Cascais quando é preciso.
O fim da primavera e o início do outono são ideais para as cerimónias ao ar livre sobre o mar, com luz e temperaturas amenas. O verão é época alta na Riviera; os salões interiores e o spa garantem conforto o ano inteiro.
Civis e simbólicas ao ar livre com o Atlântico atrás; católicas nas igrejas de Cascais, a poucos minutos. Coordenamos todas as variantes, com transfers tratados.
Foi a casa de exílio do rei Umberto II de Itália, é membro dos The Leading Hotels of the World e está de frente para o Atlântico em Cascais. História, mar e serviço de cinco estrelas na mesma morada.