Sobre este espaço

Há palácios que se visitam e palácios onde se pode casar. O da Brejoeira, em Monção, no extremo norte de Portugal, é um dos raros que são as duas coisas — Monumento Nacional aberto ao público de dia, propriedade privada e exclusiva para quem o reserva.

É um palácio neoclássico do início do século XIX, rodeado de trinta hectares de bosque, jardins ingleses de árvores centenárias, uma capela e — acima de tudo — dezoito hectares de vinha de Alvarinho que fizeram desta uma das casas de vinhos mais emblemáticas do país. Casar aqui é casar num dos cartões de visita do Alto Minho.

Para quem quer grandiosidade com raízes portuguesas, sem a frieza dos palácios-museu, é aqui. Não estamos a exagerar.

Capacidade

150

Acomodações

O Palácio da Brejoeira não tem alojamento no local — é um palácio e casa de vinhos, não um hotel. A Mary Me coordena room blocks em hotéis e casas selecionados de Monção e Melgaço, com a alocação família a família, os transfers e o faseamento das chegadas tratados, para que a manhã do casamento corra sem surpresas numa região que os convidados não conhecem.

Preparação dos Noivos

Getting ready da noiva coordenado pela Mary Me nos hotéis de Monção ou no próprio palácio, por marcação

Disponibilidade

All Year Round

História

A construção da Brejoeira começou em 1805, com projeto do arquiteto Carlos Amarante — o mesmo nome por trás de obras maiores do norte, como o santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga. A obra demorou quase trinta anos a concluir, terminando em 1834, e o resultado é um dos exemplos mais puros do neoclassicismo português, com a sua planta em L, as duas fachadas monumentais e os torreões rematados por balaustradas.

Classificado Monumento Nacional desde 1910, o palácio manteve-se privado e fechado ao público durante quase um século — o que só alimentou a curiosidade de quem lhe passava os portões. Só em 2010 abriu as portas, revelando os salões de decoração neoclássica, o teatro, o jardim de inverno e a capela.

Mas a verdadeira história moderna da Brejoeira é o vinho. Foi aqui que D. Hermínia Paes transformou os dezoito hectares de Alvarinho num dos vinhos mais reconhecidos da sub-região de Monção. Se nos perguntarem, é raro um casamento acontecer dentro de uma página de história — e dentro da história do vinho português, ainda mais raro.

Sobre a Localização

Estamos em Pinheiros, no concelho de Monção, no Alto Minho, mesmo junto à fronteira com a Galiza — a faixa mais a norte de Portugal, onde o rio Minho separa os dois países. É uma região verde, húmida e profundamente rural, a pátria do Alvarinho e dos Vinhos Verdes.

É, reconheça-se, uma localização para quem quer fugir ao óbvio. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a cerca de hora e um quarto de carro; o aeroporto de Vigo, em Espanha, ainda mais perto, o que abre opções para convidados que cheguem via Madrid ou Galiza. Não é um destino de passagem — é um destino que se escolhe.

À volta estão a vila de Monção, com a fortaleza e as termas, a região vínica de Melgaço, e a própria Galiza a poucos minutos do outro lado da ponte. Para um destination wedding que quer ser genuinamente diferente, longe das rotas batidas de Sintra e do Algarve, a Brejoeira é difícil de igualar.

Ano de Construção

1805-1834 (palácio neoclássico, arquiteto Carlos Amarante) / Monumento Nacional desde 1910

Morada

EN 101, Pinheiros, 4950-678 Monção
42.0414
-8.4944

Contactos

+351 251 666 129

Casamentos - Palácio da Brejoeira

O grande trunfo da Brejoeira é o conjunto. Não é só o palácio — é o palácio com a capela, os jardins ingleses, o bosque de árvores centenárias e a vinha de Alvarinho como pano de fundo. As cerimónias religiosas acontecem na capela do palácio; as civis e simbólicas nos jardins ou no terraço ajardinado entre as fachadas.

O cocktail vive nos jardins, com a vinha e as árvores centenárias a darem à sessão de fotografias uma moldura que poucos venues oferecem. O jantar e a festa têm lugar nos salões neoclássicos ou na antiga adega, consoante o formato e a estação. A escala é deliberadamente exclusiva — a Brejoeira não é um salão de aluguer, é uma propriedade que se torna vossa no dia.

E há a assinatura óbvia: o Alvarinho. O jantar de casamento pode ser casado com os vinhos da própria casa, e uma prova na adega histórica é o tipo de momento que transforma um cocktail num programa. Não há muitos sítios onde se brinde com o vinho feito a cem metros da mesa.

Conhecemos o ritmo do palácio e a coordenação entre a capela, os jardins e os salões. Pop the question. Nós tratamos do resto.

Parking e Acessos

Parking

Private On-Site

Parking notas

Estacionamento privado dentro da propriedade murada

Distância Aeroporto (km)

120

Tempo desde Aeroporto (min)

75

Cerimónia e Políticas de Eventos

Fogo de Artifício

Case by Case

Cerimónias

Civil, Symbolic, Religious, Spiritual

Política de Catering

Preferred Suppliers

Restrições de Parceiros

Preferred Suppliers

Exclusividade

Yes (Full Buyout Standard)

Limite de Ruído

A combinar connosco

O que a Mary Me Proporciona

É justamente por ser um lugar fora das rotas habituais que a coordenação da Mary Me faz a maior diferença — porque chegar ao Alto Minho com um grupo internacional exige um planeamento que poucos casais conseguem fazer sozinhos. Tratamos dos transfers do aeroporto do Porto, ou de Vigo, até Monção — uma viagem que ninguém quer improvisar — e da alocação dos room blocks pelos hotéis de Monção e Melgaço, com o faseamento das chegadas de um grupo que vem de longe.

E há o lado institucional, que num Monumento Nacional pesa mais do que o costume: a ligação à gestão do palácio e às entidades de património para qualquer montagem, a licença da Câmara de Monção para o fogo, o sound curfew e toda a papelada do civil tratada em português. Para quem fica, desenhamos o day-after pela rota do Alvarinho ou na Galiza. Da primeira chamada à última dança.

Por Dentro dos Nossos Casamentos - Palácio da Brejoeira

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Respostas Sinceras Sobre Palácio da Brejoeira

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