


Casar num palácio do século XIX é uma coisa. Casar num palácio do século XIX que ganhou um prémio internacional de arquitetura pela forma como foi reinventado é outra. O Palácio da Igreja Velha, em Vermoim, Famalicão, é exatamente esse segundo caso.
Construído em 1881, com duas torres ameadas e uma capela neogótica — raridade em Portugal —, o palácio foi restaurado e ampliado num projeto contemporâneo premiado que acrescentou um salão de eventos moderno sem nunca tocar no ADN do edifício original. O resultado é um diálogo raro entre o clássico e o contemporâneo.
Para quem quer história sem o bafio e design sem a frieza, a Igreja Velha resolve a equação. Não estamos a exagerar.
O palácio foi construído em 1881, em estilo barroco, com as duas torres ameadas e a capela anexa dedicada a São Francisco de Assis — em estilo neogótico, uma ocorrência rara no património português. Durante décadas foi propriedade senhorial da região de Famalicão, até cair em ruína e num futuro incerto.
O renascimento começou em 2012, quando o grupo de construção Telhabel adquiriu o monumento para o restaurar. A intervenção, desenhada pelo atelier VISIOARQ, custou cerca de cinco milhões de euros e teve uma ambição clara: ampliar o palácio sem rutura, respeitando o protagonismo e a essência do espaço. O novo salão de eventos nasceu dessa harmonia entre o antigo e o novo.
O resultado foi reconhecido internacionalmente — o projeto ganhou o prémio Architizer, uma das maiores plataformas de arquitetura do mundo. Se nos perguntarem, é o tipo de lugar onde a história não é um cenário congelado: é matéria viva, ainda a ser escrita.
Estamos em Vermoim, em Vila Nova de Famalicão, no coração verde do Minho, no norte de Portugal. É uma região com forte tradição de casamentos, rodeada de quintas e propriedades históricas, mas a Igreja Velha distingue-se pela combinação rara de monumento e design contemporâneo.
A grande vantagem é a acessibilidade. Famalicão fica a meio caminho entre o Porto, Braga e Guimarães — o aeroporto Francisco Sá Carneiro está a meia hora de carro, e as três cidades a vinte ou trinta minutos. Para um grupo internacional, é uma das localizações mais convenientes do norte: rural o suficiente para ter caráter, central o suficiente para não isolar ninguém.
À volta estão Guimarães, o berço de Portugal e Património Mundial, a vinte minutos; Braga e o Bom Jesus a meia hora; o Porto e o Douro a quarenta minutos. É uma base discreta para um destination wedding que quer o norte inteiro ao alcance sem abdicar do conforto.
A força da Igreja Velha está na variedade de cenários dentro de uma só propriedade, e em poder transitar entre o clássico e o contemporâneo no mesmo dia. A capela neogótica de São Francisco de Assis acolhe cerimónias católicas num cenário que poucos venues oferecem; as civis e simbólicas acontecem nos jardins, entre as torres do palácio.
O cocktail vive nos jardins e nas áreas verdes que rodeiam o palácio, com as fachadas oitocentistas como pano de fundo da sessão de fotografias. O jantar e a festa decorrem no salão de eventos contemporâneo — a peça premiada do conjunto — com capacidade para cerca de 220 convidados e a flexibilidade que só um espaço desenhado de raiz para eventos consegue dar.
É essa dupla identidade que torna a Igreja Velha invulgar: a cerimónia na capela do século XIX, o jantar num salão de arquitetura premiada. Poucos venues deixam atravessar 130 anos de história entre a cerimónia e a primeira dança.
Conhecemos a coordenação entre a capela, os jardins e o salão, e o ritmo da equipa do palácio. Pop the question. Nós tratamos do resto.
A localização da Igreja Velha — a meio caminho entre o Porto, Braga e Guimarães — é uma enorme vantagem logística, mas só se alguém a souber usar. Tratamos dos transfers do aeroporto Francisco Sá Carneiro e da alocação dos room blocks pelos hotéis das três cidades, deixando os convidados onde faz mais sentido para o programa de cada um. Para um grupo internacional, é a diferença entre um fim de semana tranquilo e um fim de semana perdido no GPS.
Há também o lado da cerimónia. Uma capela no próprio venue é uma vantagem rara — pede coordenação com a diocese para a cerimónia católica e um sequenciamento cuidado entre a capela e o salão. E o espaço acolhe celebrações não católicas com real à-vontade: já realizámos aqui um casamento indiano hindu, com um mandap erguido nos jardins e os rituais sequenciados entre as torres — experiência vivida, não promessa de brochura. Trazemos os celebrantes e fornecedores que já conhecem o palácio.
E há a parte burocrática: a licença da Câmara de Famalicão para o fogo, o sound curfew, a coordenação com as igrejas da região para a parte religiosa fora da capela, e a papelada do civil tratada em português. Da primeira chamada à última dança.
O salão de eventos contemporâneo recebe até cerca de 220 convidados para jantar. A capela neogótica acolhe a cerimónia religiosa, e os jardins as cerimónias civis e os cocktails. É um espaço de uso exclusivo durante todo o casamento.
Sim. A capela de São Francisco de Assis, em estilo neogótico — raridade em Portugal —, acolhe cerimónias católicas no próprio venue. A Mary Me coordena a ligação à diocese e o sequenciamento entre a capela e o salão.
A combinação de um palácio barroco de 1881 e um salão de eventos contemporâneo de arquitetura premiada (prémio Architizer, projeto VISIOARQ). Poucos venues deixam casar na capela do século XIX e jantar num espaço de design reconhecido internacionalmente no mesmo dia.
Em Vermoim, Vila Nova de Famalicão, a meio caminho entre o Porto, Braga e Guimarães. O aeroporto Francisco Sá Carneiro fica a meia hora de carro, e as três cidades a vinte ou trinta minutos.
Não. A Mary Me coordena blocos em hotéis de Braga, Guimarães e Porto, todos a curta distância, com transfers para o palácio.
Católicas na capela neogótica, e civis ou simbólicas nos jardins entre as torres. Para outras tradições, coordenamos no próprio venue ou na região, com a Mary Me a tratar da logística.
Datas premium (maio a setembro) pedem 18 a 24 meses. A Mary Me tem acesso direto à equipa do palácio e consegue acelerar conversas.
Guimarães, o berço de Portugal e Património Mundial, a vinte minutos; Braga e o Bom Jesus a meia hora; o Porto e o Douro a quarenta minutos. A Mary Me desenha o programa do fim de semana.