O Palácio de Xabregas é um daqueles lugares onde se casa rodeado de história a sério. Construído entre o fim do século XVII e o início do XVIII, junto ao Tejo, foi casa da rainha D. Leonor e palco de reuniões que moldaram Portugal — incluindo as que prepararam a Restauração da Independência, em 1640.
Sobreviveu ao terramoto de 1755 e manteve o esplendor: salas forradas de azulejos históricos e murais que contam histórias de outros tempos. Hoje é palco de eventos únicos, em parceria com a Casa do Marquês, onde a tradição e a elegância andam de mãos dadas.
É um casamento com peso de Estado — literalmente.
O Palácio de Xabregas ergue-se junto ao Tejo, numa zona oriental de Lisboa que foi, durante séculos, retiro nobre e religioso. Construído entre o fim do século XVII e o início do XVIII, foi casa da rainha D. Leonor e palco de encontros decisivos — entre eles, os que prepararam a Restauração da Independência, em 1640.
O terramoto de 1755, que arrasou tanta coisa em Lisboa, poupou-o, e o palácio chegou aos nossos dias com as salas de azulejo e os murais intactos. É um documento vivo da história de Portugal, hoje restaurado para acolher casamentos e eventos.
Quanto a nós, há salas em Portugal onde se dançou a história. Esta é uma delas — e agora pode dançar-se a vossa.
Estamos em Xabregas, na zona oriental de Lisboa, junto ao Tejo — a poucos minutos do centro histórico e a quinze do aeroporto. É das zonas mais antigas e autênticas de Lisboa, com o luxo raro de um palácio histórico à beira-rio.
Para um grupo internacional, conta a centralidade absoluta: aeroporto, hotéis e monumentos à mão, e os convidados alojados em pleno centro de Lisboa.
Tudo o que os convidados queiram fazer — Lisboa, Belém, um dia em Sintra ou Cascais — fica logo ali.
O Palácio de Xabregas é um casamento de palácio com peso histórico. A cerimónia civil ou simbólica faz-se nas salas forradas de azulejo ou ao ar livre; o cocktail percorre os espaços nobres; o jantar serve-se sob os tetos históricos, entre murais e azulejos, e a festa prolonga-se pela noite.
Operado em parceria com a Casa do Marquês, o palácio oferece a infraestrutura e a cozinha de um venue de eventos a sério, com a vantagem de salas que poucos espaços de Lisboa igualam em carácter. Trabalha em buyout total, com capacidade até 1000 convidados em cocktail.
É grandeza de outro século ao serviço da vossa festa. Falem connosco.
Num palácio histórico no coração de Lisboa, o nosso papel é fazer a ponte entre a operação da Casa do Marquês e convidados que descobrem a cidade pela primeira vez. Desenhamos o dia com a equipa do palácio e tratamos de instalar o grupo nos hotéis do centro, a quinze minutos do aeroporto.
Um casamento multicultural também assenta bem nestas salas de azulejo. As paredes do século XVII fazem um cenário inesperado e belíssimo para um mandap ou para um rito de outra tradição, e a cozinha do palácio molda-se a um menu halal, a um banquete chinês ou a uma mesa jain vegetariana, com os oficiantes que já conhecem Lisboa a nosso cargo.
E fica connosco a parte prática: a articulação com a Casa do Marquês, o civil, o ruído, o fogo sobre o Tejo caso a caso. Da primeira chamada à última dança.