O Palácio Fronteira é uma das joias escondidas de Lisboa: o palácio do século XVII dos Marqueses de Fronteira, em São Domingos de Benfica, com alguma da azulejaria mais extraordinária de Portugal e jardins formais que parecem um segredo no meio da cidade. Salas históricas, frescos, tapeçarias e a célebre Galeria dos Reis fazem dele um lugar de outra era.
É uma propriedade da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, ainda ligada à família — o que significa acesso por marcação, não um venue comercial de portas abertas. Casar aqui é casar rodeado de história e arte do azulejo, num cenário que poucos conseguem oferecer.
Para quem quer um casamento de palácio histórico, íntimo e fora do circuito, é este o spot. Quanto a nós, é o jardim de azulejo mais bonito de Lisboa.
O Palácio Fronteira foi mandado erguer no século XVII como casa de verão e de recreio dos Marqueses de Fronteira, em São Domingos de Benfica, então no limite de Lisboa. Sobreviveu ao terramoto de 1755 e chegou aos nossos dias como um dos conjuntos mais notáveis de arquitetura, azulejaria e jardim do barroco português.
Os jardins formais, os tanques revestidos a azulejo, a Galeria dos Reis com os bustos dos monarcas e a Sala das Batalhas são obras-primas da arte do azulejo. Hoje, a propriedade é gerida pela Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, que preserva o conjunto e abre as portas a visitas e a eventos selecionados.
Se nos perguntarem, há palácios que se visitam e palácios onde o tempo parou em azulejo azul. Fronteira é claramente do segundo tipo.
Estamos em São Domingos de Benfica, em Lisboa interior, numa zona verde e residencial — a poucos minutos do centro e a cerca de quinze minutos do aeroporto. É um recanto histórico e calmo da cidade, com o palácio e os seus jardins recatados como um segredo.
Para um casamento com convidados de fora, conta a centralidade discreta: os convidados ficam no meio de Lisboa, com hotéis, restaurantes e monumentos perto, mas a celebração acontece num jardim de azulejo que parece fora do tempo.
Tudo o que os convidados queiram fazer — explorar Lisboa, um dia em Sintra ou Cascais — está à mão. Chegar é fácil; partir é que custa sempre.
O Palácio Fronteira é um casamento de palácio com arte do azulejo. A cerimónia civil ou simbólica acontece nos jardins formais, entre tanques e azulejos, ou nas salas nobres; o cocktail estende-se pelos jardins; o jantar instala-se nas salas históricas ou numa estrutura ao ar livre, entre frescos e tapeçarias.
Sendo um monumento gerido por uma Fundação, não tem catering próprio nem alojamento, e o acesso faz-se por marcação — o que significa que tudo, dos fornecedores à montagem, tem de ser coordenado com cuidado e respeito pelo património. É precisamente o tipo de operação em que somos bons.
É uma casa que escolhe a história, a arte e a exclusividade discreta em vez da comodidade — ideal para quem quer azulejos, jardins formais e um cenário irrepetível. E construir tudo de raiz num monumento é o nosso ofício. A sessão do casal percorre os tanques revestidos a azulejo, a Galeria dos Reis e os jardins barrocos formais de um palácio do século XVII. Pop the question. Nós tratamos do resto.
É precisamente aqui que a coordenação de um planner é indispensável — construir um casamento num jardim de azulejo do século XVII exige experiência e mão delicada. E uma celebração multicultural encontra aqui uma moldura rara. Erguer um mandap entre os azulejos seiscentistas do jardim formal de Fronteira é o tipo de imagem por que os casais viajam; montamos o catering à medida — halal, banquete chinês, vegetariano jain — com os nossos fornecedores e trabalhamos com os pandits e celebrantes que o rito exigir.
Tratamos da marcação e do desenho do dia com a Fundação, da montagem de catering e estrutura num espaço sem infraestrutura própria, da gestão dos room blocks nos hotéis de Lisboa e dos transfers do aeroporto, a quinze minutos. Fica a burocracia: o civil tratado em português, as licenças de som num monumento e um programa de Lisboa, Sintra e Cascais para os convidados. Da primeira chamada à última dança.