Há casamentos em que se aluga um espaço, e casamentos em que se vive numa casa. A The Fox House, no coração verde de Portugal, em São Pedro do Sul, é do segundo tipo: uma villa privada em pedra, com seis suítes, no meio de sete hectares de jardins coloridos, floresta e um lago com uma ilha de oliveira centenária.
O conceito é claro — casamentos únicos com estadia, em exclusividade completa. A villa acolhe até 12 hóspedes nas suas suítes, tem uma piscina infinita rodeada de natureza e vistas panorâmicas sobre as colinas; e a festa, sob uma tenda de jardim com fairy lights, recebe até 200 convidados. É gerida por uma família, pelos anfitriões Mafalda e Miguel, com uma abordagem à medida do princípio ao fim.
Para quem quer um casamento íntimo, imerso na natureza, onde as pessoas mais próximas dormem na própria villa, é um spot perfeito. Quanto a nós, é la dolce vita transformada num destino.
A The Fox House nasceu de um momento: numa noite de verão, sob a pérgula, apareceu uma raposa jovem, curiosa, atraída pelos aromas e pela alegria da mesa — e foi essa imagem que deu ao projeto o seu conceito de exclusividade e natureza. Hoje é uma villa de pedra de turismo rural, no coração verde de Portugal.
São sete hectares de recinto privado: jardins coloridos com nascentes, uma floresta, um lago com uma oliveira antiga numa ilha, e uma piscina infinita debruçada sobre um vale verde de colinas suaves. A villa, de paredes de pedra e identidade marcante, acolhe até 12 hóspedes em seis suítes, com todo o conforto.
Se nos perguntarem, o que distingue a The Fox House é o conceito de casamento-com-estadia em exclusividade completa: não se aluga um salão, vive-se numa casa. Os anfitriões tratam de tudo com criatividade e cuidado, e os convidados saem com a sensação de ter estado num lugar mágico. Nada mal, certo?
Estamos em Beiros, no concelho de São Pedro do Sul, distrito de Viseu — o coração verde de Portugal, na região vínica do Dão e junto à milenar zona termal de São Pedro do Sul, entre colinas, vales e aldeias de xisto. É natureza a sério, num dos cenários mais bucólicos do Centro.
A grande vantagem é o recato sereno: a villa fica num vale verde, longe de tudo, mas com Viseu, o Dão e as termas a curta distância. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a cerca de hora e quinze — o ponto de chegada internacional mais prático para um grupo vindo de fora.
À volta está Viseu, a Serra da Freita, as termas, as aldeias de xisto e a rota dos vinhos do Dão para um day-after. A The Fox House é uma base de natureza e privacidade para um destination wedding no centro de Portugal.
O grande trunfo da The Fox House é a exclusividade completa aliada à estadia. O acesso ao espaço é total: a villa, os jardins, o lago e a floresta são inteiramente vossos. Civis e simbólicas, as cerimónias são ao ar livre, entre os jardins coloridos, junto ao lago ou sob as árvores, com o vale a fazer o cenário; e o cocktail flui pelo recinto, ao pôr do sol, junto à piscina infinita.
O jantar e a festa montam-se sob uma tenda de jardim com fairy lights, com capacidade até 200 convidados, e o catering faz-se com os parceiros selecionados da casa. Os anfitriões, Mafalda e Miguel, acompanham cada passo da preparação com uma abordagem genuinamente à medida.
E há o conceito: o casal e as 12 pessoas mais próximas dormem na villa, ao longo de vários dias, e o casamento alarga-se a um retiro de natureza. Conhecemos o centro de Portugal a fundo. A sessão do casal move-se junto ao lago, aos jardins e à piscina infinita ao pôr do sol. Pop the question. Nós tratamos do resto.
A The Fox House é, em si mesma, uma operação de planeamento completa — os anfitriões organizam e coordenam os casamentos no local, mãos na massa. O que acrescentamos não substitui a equipa da casa: é representar-vos, de forma independente, e orquestrar toda a parte que liga esta villa remota ao mundo de onde vêm os vossos convidados. Tratamos dos transfers do aeroporto do Porto (a hora e quinze) e, já que a villa só dorme 12, da ligação aos hotéis e unidades termais de São Pedro do Sul e Viseu para o room block dos restantes convidados, e do faseamento das chegadas de um grupo internacional a um vale remoto — que é precisamente onde um planner externo mais acrescenta.
E há a parte prática: a ligação às igrejas da região para a cerimónia católica, a licença camarária para o fogo, o sound curfew, a papelada do civil em português e o programa do Dão, das termas e das aldeias de xisto para quem fica. Da primeira chamada à última dança.