A Torre dos Clérigos é a silhueta mais reconhecível do Porto: uma torre sineira barroca de 75 metros, de Nicolau Nasoni, a erguer-se sobre a cidade velha, com a Igreja dos Clérigos de planta oval a seus pés. Casar aqui é trocar votos dentro de um dos marcos que dão cara ao Porto, com a cidade inteira estendida lá em baixo.
Isto é um lugar de cerimónia, não um hotel: os noivos trocam votos na igreja, e a torre fica como o fundo que nenhum fotógrafo conseguiria melhorar. Não há alojamento nem festa no local, por opção. A celebração muda de sítio depois — e é aí que o Porto inteiro se abre.
Para quem quer a cidade como cúmplice do dia, é o ponto de partida perfeito.
A Igreja dos Clérigos e a sua torre foram construídas no século XVIII para a Irmandade dos Clérigos, segundo projeto de Nicolau Nasoni — o arquiteto e pintor italiano que deu ao Porto tanto da sua identidade barroca. A igreja, de rara planta oval, ficou concluída por volta de 1750; a torre, erguida nos anos seguintes até aos 75 metros, tornou-se a mais alta de Portugal e, desde então, o ponto cardeal da cidade.
Lá dentro, a igreja guarda dois órgãos históricos do século XVIII, que dialogam com a talha barroca de Nasoni — um pormenor que dá à cerimónia uma banda sonora à altura do espaço.
Quanto a nós, há lugares que se visitam e lugares que se habitam por um dia. Este é dos segundos.
Estamos no coração do Porto, na Rua de São Filipe de Nery, junto ao centro histórico, a poucos minutos da livraria Lello, da Igreja do Carmo e da avenida dos Aliados. O aeroporto Francisco Sá Carneiro fica a cerca de 20 minutos, o que torna a chegada de convidados de fora simples.
A vantagem para um destination wedding é que tudo o que o Porto tem para oferecer se faz a pé: a cerimónia na torre pode desaguar num copo-d’água num palácio, numa cave do outro lado do rio em Gaia, ou num restaurante ribeirinho na Ribeira.
É a cidade a funcionar como extensão da festa — sem um único transfer longo pelo meio.
A Torre dos Clérigos é uma cerimónia, no cenário mais grandioso que o Porto tem para dar. Os noivos casam dentro da Igreja dos Clérigos, sob o teto barroco e a talha dourada de Nasoni, num edifício que é ao mesmo tempo igreja ativa e monumento em funcionamento — o que significa que uma cerimónia católica ou simbólica partilha o espaço com os visitantes da cidade.
A própria torre torna-se o centro fotográfico, com a opção, para os mais corajosos, do terraço panorâmico no topo. Serve cerimónias íntimas a médias, de cerca de cem convidados.
Da igreja, o dia segue para onde a festa o levar — e essa parte desenhamo-la nós.
Isto é jogar em casa. Somos uma agência do Porto, e casar dentro de um monumento vivo, gerido por uma irmandade religiosa, no meio de um centro cheio de turistas, é exatamente o tipo de coisa que precisa de quem conhece o terreno. Tratamos da marcação e da articulação com a Irmandade dos Clérigos, da papelada para a cerimónia católica na igreja, e dos tempos em torno do horário de visitas do monumento.
Depois há a parte que mais importa aqui: a festa. Como nada acontece no local, desenhamos o dia inteiro pela cidade — a cerimónia na torre a fluir para um copo-d’água num palácio, numa cave em Gaia ou num restaurante da Ribeira, com os transfers e a coreografia entre pontos a cargo nosso.
Para os convidados que chegam de fora, montamos os blocos de quartos nos hotéis do centro, a minutos da igreja, e o programa do Porto que se faz a pé. Vamos conversar.