Há uma quinta em Colares onde crescem as vinhas mais ocidentais da Europa continental — literalmente, não há vinha mais a oeste no continente. O Casal Santa Maria fica entre a Serra de Sintra e o Atlântico, a menos de um quilómetro do mar, e carrega uma das histórias mais improváveis do vinho português.
A casa principal data de 1720 e sobreviveu ao terramoto de 1755 graças ao granito da serra. À sua volta há uma capela, uma adega em funcionamento, uma casa de hóspedes e jardins com milhares de roseiras viradas para o oceano.
Serve noivos que querem mar, vinha e uma história verdadeira por trás do cenário — não um fundo qualquer.
A história dava um filme. O barão Bodo von Bruemmer, de origem báltica, comprou a quinta abandonada nos anos 60 e, já com 95 anos, decidiu replantar vinhas que ali não cresciam desde 1903 — engarrafando o primeiro vinho com as palavras ‘It’s never too late’. Viveu até aos 105.
Antes das vinhas, a propriedade foi uma coudelaria de cavalos árabes nos anos 70 e 80, que deixou os solos ricos para a vinha que se seguiu. As castas — Malvasia de Colares, Chardonnay, Riesling, entre outras — foram escolhidas a dedo para este terroir marítimo.
Quanto a nós, poucos venues oferecem ao mesmo tempo vista de mar, vinha própria e uma capela no jardim. E menos ainda com um fundador que esperou o século certo para começar.
Estamos em Colares, no lugar de Casas Novas, na encosta poente da Serra de Sintra, virados para o Atlântico. O Cabo da Roca — o ponto mais ocidental da Europa — fica ali ao lado.
É um dos cenários mais dramáticos do país: clima marítimo, manhãs de nevoeiro, brisa do oceano e luz de fim de tarde sobre o mar. Sintra, com os seus palácios, fica a poucos minutos; o aeroporto de Lisboa a cerca de 40.
Para um destination wedding, é difícil bater esta combinação de mar, serra e vinha no mesmo sítio — com o dia seguinte já resolvido entre Sintra e a costa.
O Casal Santa Maria recebe casamentos por marcação, distribuídos pela casa principal, pela adega, pelos jardins sobre o mar e por uma capela — rara num venue deste género, e perfeita para quem quer uma cerimónia religiosa ou simbólica no próprio espaço.
A escala é generosa para uma quinta: até 200 convidados num jantar sentado e até 400 num cocktail ao ar livre, com a cerimónia na capela ou nos jardins virados para o mar. Ainda assim, o espaço também recolhe para celebrações mais pequenas, sem nunca perder a vista.
Há vinho de produção própria, o mar à vista e uma capela no jardim — poucos lugares oferecem esta combinação. Pop the question. Nós tratamos do resto.
A força do Casal Santa Maria é a versatilidade num só recinto: a capela para a parte religiosa, os jardins sobre o Atlântico para uma cerimónia ao ar livre, a adega e a casa de 1720 para o jantar. O nosso trabalho é orquestrar a celebração por estes espaços — até 400 convidados em cocktail — sem que o grupo sinta as transições.
Colares é o extremo oeste, mais perto do Cabo da Roca do que de qualquer grande hotel. Desenhamos os transfers a partir de Sintra, Cascais ou Lisboa e os blocos de quartos na zona, para que a viagem até às vinhas faça parte do dia e não seja um problema de fim de noite.
Os jardins e a escala prestam-se a celebrações multiculturais: terreno aberto para uma cerimónia ao estilo indiano ou para o que cada família queira trazer de seu, com a capela à mão para quem quer somar uma bênção. Da primeira chamada à última dança.
Até 200 convidados num jantar sentado e até 400 num cocktail; a cerimónia faz-se na capela ou nos jardins, com cerca de 50 lugares sentados na capela.
Em Colares, no lugar de Casas Novas, na encosta da Serra de Sintra virada para o Atlântico, perto do Cabo da Roca. O aeroporto de Lisboa fica a cerca de 40 minutos.
A casa principal data de 1720. As vinhas — as mais ocidentais da Europa continental — foram replantadas em 2006 pelo barão von Bruemmer, num terroir marítimo único.
Sim — a quinta tem uma capela, o que permite cerimónias religiosas ou simbólicas no próprio espaço.
A quinta tem uma casa de hóspedes; tratamos da alocação e organizamos alternativas próximas em Sintra e Colares.
Sobretudo brancos e rosés, de castas como a Malvasia de Colares, o Chardonnay e o Riesling, num terroir marítimo singular.