Há venues que se exibem à beira da estrada. E há a Quinta do Vale da Ermida, escondida nas encostas do Douro, num troço em que o acesso, como disse um hóspede, tem de se merecer. É uma casa de quinta tradicional, totalmente restaurada e redesenhada com raro bom gosto, perdida numa área protegida pela UNESCO, entre vinhas de alta qualidade, serra e ribeira.
Não é um salão de festas: é uma casa privada para até catorze pessoas, com seis quartos, uma piscina infinita debruçada sobre as encostas e vistas que mudam de cor ao longo do dia. Para a usar num casamento, reserva-se por inteiro, por um mínimo de três noites — o que a torna o spot perfeito para um elopement ou um micro-casamento de privacidade absoluta.
Para quem quer casar longe de tudo, com design e silêncio, a Ermida é difícil de igualar. Quanto a nós, é um pequeno tesouro.
A Quinta do Vale da Ermida é uma casa de quinta tradicional portuguesa, totalmente restaurada e profissionalmente redesenhada, num lugar — a aldeia da Ermida — que parece existir fora do tempo. Fica no coração do Douro classificado pela UNESCO, rodeada de vinhas que dão alguns dos melhores vinhos da região.
O restauro manteve a alma da casa antiga, mas trouxe-lhe espaços contemporâneos e uma piscina infinita virada à serra — o tipo de intervenção que respeita o passado sem ser refém dele. Os anfitriões, a Catarina e o Eduardo, fazem parte do encanto: os hóspedes voltam, em boa parte, pela forma como são recebidos.
Se nos perguntarem, o que distingue a Ermida é a contenção. É uma casa que não tenta ser tudo para todos: assume ser íntima, exclusiva e remota, e é precisamente isso que a torna especial.
Estamos na Ermida, nas encostas a norte de Peso da Régua, no coração do Alto Douro Vinhateiro classificado pela UNESCO. É um Douro de serra, de vinha e ribeira, longe das rotas turísticas — calmo ao ponto de o pôr do sol se tornar o acontecimento do dia.
A localização é, reconheça-se, para quem quer fugir ao óbvio. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a cerca de hora e três quartos, e o acesso é mais fácil pelo norte do que pela Régua. Não é um sítio de passagem; é um sítio que se escolhe, e onde se fica vários dias — como, aliás, a própria casa exige.
À volta está o Douro vínico para um day-after — provas nas quintas, o Museu do Douro a cerca de catorze quilómetros, cruzeiros no rio. A Ermida é um retiro para um destination wedding íntimo que quer o Douro mais secreto.
O grande trunfo da Ermida é a privacidade absoluta. Sendo uma casa de uso exclusivo, com reserva mínima de três noites, o casamento desenrola-se naturalmente ao longo de vários dias — sem horários rígidos, sem outro evento a partilhar o espaço, com a casa e a paisagem inteiramente vossas.
As cerimónias civis e simbólicas acontecem nos jardins ou junto à piscina infinita, com a serra e a vinha como pano de fundo. O cocktail e o jantar montam-se ao ar livre ou nos espaços redesenhados da casa. É importante saber que a casa não inclui mobiliário de evento — mesas, cadeiras e equipamento alugam-se à parte — e que o catering se escolhe de uma lista de parceiros de confiança; é precisamente aqui que a coordenação faz a diferença.
É um venue para casamentos íntimos e elopements, onde a pequena escala é a virtude, não a limitação. Conhecemos o Douro a fundo e a logística de construir um casamento de raiz numa casa privada. A sessão do casal serpenteia pela vinha, pela piscina e pelas vistas de serra. Pop the question. Nós tratamos do resto.
É precisamente num venue como este — uma casa privada, sem equipa de eventos própria, onde tudo se constrói de raiz — que a nossa coordenação mais vale. Não há equipa do venue a tratar do casamento: somos nós. Tratamos dos transfers do aeroporto do Porto por uma estrada de montanha que ninguém quer improvisar, da alocação dos seis quartos entre casal e família próxima, e do aluguer de todo o mobiliário e equipamento que a casa não inclui — mesas, cadeiras, cozinha de apoio, iluminação. Coordenamos o catering a partir da lista de parceiros e aprovamos os fornecedores convosco.
E há a parte prática: a licença para o fogo (numa área UNESCO, com condicionantes), o sound curfew, os papéis do civil em português e o programa do Douro para quem fica. Da primeira chamada à última dança.