Amarante serpenteia ao longo do rio Tâmega à volta da igreja e da ponte de São Gonçalo — o padroeiro que Portugal conhece como casamenteiro. Talvez não haja vila mais própria no país para casar.
Os venues de Amarante com que trabalhamos apoiam-se no romance da vila — tem o nome de São Gonçalo, o santo casamenteiro de Portugal — com o rio, o vinho à volta e uma intimidade que a cidade e o vale profundo não oferecem.
Amarante reúne 3 dos venues de casamento da Mary Me à beira do Douro, onde o Tâmega serpenteia junto à igreja do santo casamenteiro — uma townhouse Relais & Châteaux, um wine hotel e uma quinta de campo. A cerca de uma hora do aeroporto do Porto, acolhem casamentos de até cerca de 200 convidados, melhor entre maio e outubro.
A marca de Amarante é o romance com uma história já agarrada. O seu padroeiro, São Gonçalo, é venerado por todo o país como casamenteiro — a tradição diz que pedir ao santo junto ao seu túmulo no mosteiro traz casamento — e a vila continua a girar à volta da igreja barroca de São Gonçalo e da graciosa ponte de pedra sobre o Tâmega. Poucos lugares trazem uma lenda de casamento na própria identidade.
Fica à beira do Douro, a cerca de uma hora do aeroporto, com o rio, o centro antigo e o verde à volta a torná-la uma alternativa mais suave e íntima tanto à cidade como ao vale profundo.
Três ancoram a vila. Casa da Calçada é a townhouse Relais & Châteaux junto à ponte velha; Monverde Wine Experience põe o dia entre vinhas em laboração, com a calma de um wine hotel; e Casa de Quintã é a quinta de campo para uma celebração maior e mais privada no verde à volta da vila.