


Nem todo o vinho de Portugal vem do Douro. A noroeste, mais verde e mais perto do Porto, está a região dos Vinhos Verdes — e o Monverde é o seu cartão de visita em forma de hotel. É um hotel de enoturismo contemporâneo, plantado entre as vinhas da Quinta da Lixa, em Amarante, a apenas três quartos de hora do aeroporto.
A arquitetura diz tudo: parte histórica, parte moderna, com linhas limpas que se fundem na paisagem em vez de a dominar. À volta há trinta hectares de vinha, um spa entre as vinhas, um restaurante onde o chef Carlos Silva casa a cozinha de Amarante com os vinhos da casa, e uma certificação eco que não é decorativa.
Para quem quer um casamento vínico, mas contemporâneo e a um passo do Porto, o Monverde é a resposta. E já casámos casais aqui.
O Monverde nasceu da Quinta da Lixa, o projeto vínico da família Meireles, com mais de duas décadas de vindimas dedicadas ao Vinho Verde. O hotel é a extensão natural dessa paixão: a ideia de que o vinho não se prova apenas, vive-se — daí o nome Wine Experience.
Aberto na última década, o hotel foi desenhado de raiz para o enoturismo, mas sem cortar com o passado: o edifício combina elementos históricos com arquitetura contemporânea, numa linguagem que lhe valeu reconhecimento internacional no enoturismo. Tudo gira à volta da vinha, da adega e da mesa.
Se nos perguntarem, o que distingue o Monverde é ser moderno sem ser frio. É um hotel novo, sim, mas com a alma de uma família que faz vinho há gerações — e isso, num casamento, sente-se na hospitalidade.
Estamos em Telões, nos arredores de Amarante, no coração da região dos Vinhos Verdes — o Minho mais verde, atravessado pela Rota dos Vinhos Verdes e pelo rio Tâmega. É uma paisagem de vinha luxuriante e colinas suaves, mais doce e húmida do que o Douro.
A grande vantagem é estar perto de tudo. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a apenas 45 minutos de carro — uma raridade para um venue de vinha tão imerso na natureza. Amarante, com a ponte medieval e a igreja de São Gonçalo, fica a poucos minutos, e Braga, Guimarães e o Porto a curta distância.
À volta estão a Rota do Românico, o Tâmega para caminhadas e as quintas de Vinho Verde para provas. O Monverde é uma base prática e bonita para um destination wedding que quer vinha e natureza sem se afastar da cidade.
O grande trunfo do Monverde é ter dois cenários muito diferentes na mesma propriedade. As cerimónias civis e simbólicas correm ao ar livre, na zona do jardim ou na esplanada, com a vinha como pano de fundo e a arquitetura contemporânea a dar uma moldura limpa e fotogénica. O cocktail vive na esplanada e nos jardins, com o Vinho Verde da casa a correr bem fresco.
Para o jantar e a festa, há escolha: a adega, um espaço cheio de atmosfera para até 120 convidados, rodeado pelo mundo do vinho; ou a Casa Principal, que senta até 190. A cozinha do chef Carlos Silva serve a gastronomia de Amarante casada com os vinhos da Quinta da Lixa, e o spa entre as vinhas está disponível para o getting ready e os dias à volta.
Sendo um hotel completo, com 46 quartos, o grupo dorme na própria propriedade, e o casal pode alargar o casamento a um fim de semana de vinho, spa e natureza.
Já casámos casais aqui e conhecemos os dois espaços e os ângulos certos da vinha ao longo do dia. A sessão do casal serpenteia pelas vinhas. Pop the question. Nós tratamos do resto.
O Monverde é uma casa que conhecemos por dentro — entregámos casamentos aqui, sabemos a diferença entre fazer o jantar na adega ou na Casa Principal, como gerir um grupo pelos 46 quartos e como fechar a exclusividade e a alocação para que nada escape. Essa familiaridade poupa ao casal as decisões que só se aprendem no terreno. A localização ajuda-nos: a 45 minutos do aeroporto do Porto, os transfers são simples, e coordenamos as chegadas sem o stress das longas estradas de serra. Distribuímos o grupo pelos quartos do hotel, com overflow em Amarante quando a lista cresce.
Por trás, o essencial: a articulação com as igrejas de Amarante para a parte católica, o fogo autorizado pela Câmara, o limite de som, os papéis do civil em português e provas de Vinho Verde e programas de enoturismo para os convidados. Da primeira chamada à última dança.
O Monverde tem dois espaços para o jantar e a festa: a adega, cheia de atmosfera, para até 120 convidados, e a Casa Principal, que senta até 190. As cerimónias acontecem ao ar livre, nos jardins ou na esplanada, entre as vinhas.
Em Telões, nos arredores de Amarante, na região dos Vinhos Verdes. Fica a apenas 45 minutos de carro do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto — uma das grandes vantagens práticas do venue.
O Monverde é um hotel em funcionamento, pelo que a exclusividade se combina caso a caso: o habitual é reservar os espaços de evento com um room block, e pode pedir-se um buyout total. A Mary Me trata de fechar a exclusividade e a alocação de quartos.
A primavera e o início do outono são as épocas mais procuradas, com a vinha luxuriante e as vindimas a darem a setembro um encanto especial. O verão é época alta, muito procurada, pelo que vale a pena reservar cedo. Sendo um hotel com spa e piscina interior, os meses frescos mantêm-se confortáveis. Para datas premium, 12 a 18 meses de antecedência.
É o hotel de enoturismo de referência da região dos Vinhos Verdes: arquitetura contemporânea sobre as vinhas da Quinta da Lixa, um spa entre as vinhas e o restaurante do chef Carlos Silva com os vinhos da casa. Tudo a 45 minutos do Porto.
Sim, 46 quartos contemporâneos virados à vinha, com spa e piscinas. O grupo do casamento dorme na propriedade. A Mary Me coordena a alocação e o overflow em Amarante.
Sim, e é o coração da experiência Monverde. O jantar é casado com os vinhos da Quinta da Lixa, e uma prova com os perfis da casa é parte natural do programa.
Civis e simbólicas nos jardins ou na esplanada, entre as vinhas. Para cerimónias católicas, coordenamos nas igrejas de Amarante — como São Gonçalo — com os transfers tratados pela Mary Me.