Há clichés que merecem ser vividos. Casar num verdadeiro castelo medieval — muralhas, ameias e uma vila inteira de casas caiadas a descer-lhe aos pés — é um deles. A Pousada Castelo de Óbidos é exatamente isso: um castelo de origem medieval, eleito uma das 7 maravilhas de Portugal, transformado em pousada de luxo sem perder uma única pedra do que era.
Recebe até cerca de 150 convidados, consoante o formato, num complexo que inclui o pátio, salas de pedra e quartos com nomes de reis e rainhas. Tudo dentro da vila murada de Óbidos, a uma hora de Lisboa.
Para quem quer um casamento de conto de fadas que não precisa de fingir sê-lo, é este o spot. Quanto a nós, não há cenário mais literalmente real do que este.
A história começa com a melhor prenda de casamento de todos os tempos: em 1282, o rei D. Dinis ofereceu a vila de Óbidos à rainha Santa Isabel no dia do casamento. A partir daí, Óbidos ficou conhecida como a “vila das rainhas” — propriedade da Casa das Rainhas durante séculos.
O castelo, com origens que recuam ao século XII sobre fundações ainda mais antigas, foi residência real, fortaleza e símbolo. Em 1951 tornou-se a primeira pousada instalada em património classificado em Portugal — o ponto de partida de toda a rede de Pousadas em monumentos históricos que hoje conhecemos.
Casar aqui é, portanto, casar no próprio lugar onde nasceu a ideia de uma vila oferecida como prenda de casamento. Não estamos a inventar a história. Já cá estava.
Estamos dentro das muralhas de Óbidos, uma das vilas medievais mais bem preservadas da Europa — ruas de calçada, casas caiadas com barras azuis e amarelas, ginja servida num copinho de chocolate e a muralha que se percorre com vista sobre todo o vale.
A vila fica na região Centro, a cerca de uma hora do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa — perto o suficiente para os convidados internacionais sem o peso de uma longa viagem adicional. Caldas da Rainha, Peniche, a Lagoa de Óbidos e as praias do Oeste estão todas a poucos minutos.
Para um destination wedding, Óbidos oferece o que é raro: uma vila inteira como pano de fundo, com hotéis e restaurantes a poucos passos, e os convidados a poderem ficar dentro das próprias muralhas. Entra-se num instante; sair daqui é que ninguém faz com gosto.
O grande trunfo é o próprio castelo. As cerimónias civis e simbólicas decorrem ao ar livre, no pátio ou junto à muralha, com a vila a descer por trás; as católicas na igreja de Santa Maria, a poucos passos, no coração da vila. O cocktail flui pelos terraços e pelo adarve, com a luz dourada do fim da tarde a bater na pedra.
O jantar e a festa montam-se nas salas de pedra e nos espaços exteriores, para até cerca de 150 convidados, com a cozinha da própria pousada a tratar dos menus — o catering é exclusivamente interno. É um casamento de escala íntima a média, mas com uma carga cinematográfica que poucos lugares no país conseguem igualar.
E há o detalhe que muda tudo: com os quartos da pousada disponíveis, dentro e ao lado do castelo, o casal e os convidados mais próximos dormem literalmente dentro do monumento. Acordar num castelo na manhã a seguir ao casamento. Ahhh! A sessão do casal percorre o pátio, o adarve e as ruas de calçada da vila murada. Pop the question. Nós tratamos do resto.
O que acrescentamos é sermos a vossa voz independente e ligar tudo o que une este castelo ao mundo de onde vêm os vossos convidados. Tratamos dos transfers — aproveitando a hora de distância ao aeroporto de Lisboa — e da gestão dos room blocks dentro e fora das muralhas, com overflow nos hotéis de Óbidos e das Caldas da Rainha quando a lista cresce, e do faseamento das chegadas de um grupo internacional.
No plano prático: a ligação à igreja de Santa Maria para a cerimónia católica, a licença camarária para o fogo, o sound curfew negociado caso a caso (uma vila habitada tem regras próprias), a papelada do civil em português e o programa de Óbidos, Caldas e das praias do Oeste para quem fica. Da primeira chamada à última dança.
O complexo do castelo — pátio, salas de pedra e espaços exteriores — recebe até cerca de 150 convidados, consoante o formato escolhido. A capacidade exata confirma-se com o venue.
Dentro das muralhas da vila medieval de Óbidos, na região Centro. O aeroporto de Lisboa fica a cerca de uma hora de carro, com transfers tratados pela Mary Me.
O buyout total não é obrigatório, mas é possível e afeta as restrições de horário do evento. Coordenamos a exclusividade convosco consoante o que quiserem para o dia.
Sim. A pousada tem quartos dentro do próprio castelo e na Casa do Castelo ao lado, com nomes de reis e rainhas. Como o número é limitado, gerimos a alocação para manter o casal e a família próxima dentro das muralhas, com overflow nos hotéis de Óbidos e das Caldas da Rainha.
A primavera e o início do outono são ideais — luz dourada na pedra e temperaturas amenas. O verão é mais quente e a vila enche de visitantes; o inverno tem um encanto medieval próprio, com as salas de pedra iluminadas.
Civis e simbólicas ao ar livre, no castelo; católicas na igreja de Santa Maria, a poucos passos. Coordenamos toda a logística entre o castelo e a igreja.
Sim, o catering é exclusivamente da própria pousada. Não é permitido trazer um caterer externo.
É. Em 1282, o rei D. Dinis ofereceu Óbidos à rainha Santa Isabel no dia do casamento. Poucos lugares no mundo têm uma linhagem de casamento tão literal.