Um casamento num castelo troca a grandeza pela atmosfera — muralhas de pedra, uma torre de menagem, e uma vista conquistada pela subida. Os de Portugal são fortalezas medievais e mouras tornadas cenário, não construções temáticas.
Os três castelos com que trabalhamos são fortalezas genuínas: uma pousada dentro das muralhas de uma vila-prenda real, um castelo mouro sobre dois estuários, e as muralhas acima de Sintra.
O que define um castelo é a própria fortaleza — muralhas, torres e um ponto de observação, em regra no alto de um monte, com séculos de história agarrados. Tendem para o pequeno-médio e cheio de carácter, não para o vasto: o romance está no cenário, não no salão de baile.
Dois dos nossos são pousadas, o modelo português de edifícios patrimoniais tornados pequenos hotéis de luxo, o que põe o casamento e a estadia dentro das mesmas muralhas. A contrapartida é a escala e o acesso — as fortalezas de monte são íntimas por natureza e pedem um pouco mais de cuidado na logística, que é nossa.
Sim — dois dos nossos são pousadas instaladas em castelos medievais e mouros genuínos, por isso a celebração acontece dentro das muralhas, com quartos no local.
São cenários pequeno-médios e cheios de carácter, não salões vastos — até cerca de 150 convidados. O romance é a fortaleza e a vista, não a escala pura.
Na vila amuralhada de Óbidos, nas alturas mouras de Palmela, perto de Lisboa, e nas colinas de Sintra. Cada um é uma fortaleza genuína, com a sua própria história.
Três — um conjunto deliberadamente pequeno de fortalezas autênticas. Encaixamo-vos naquela cujo cenário e escala servem o vosso dia.