Poucos lugares no mundo podem dizer que são, literalmente, o palco do maior romance de um país. A Quinta das Lágrimas, em Coimbra, é exatamente isso: o cenário da trágica história de amor do príncipe D. Pedro e de Inês de Castro, num palácio do século XVIII que durante séculos acolheu reis e imperadores, hoje um hotel de cinco estrelas Relais & Châteaux.
São 55 quartos em três ambientes — Palace, Garden e Spa — 12 hectares de jardim botânico com árvores raras e a famosa Fonte dos Amores, o restaurante Arcadas com uma estrela Michelin e um spa. Tudo a meio caminho entre Lisboa e o Porto, no coração histórico de Coimbra.
Para quem quer um casamento de uma carga romântica e histórica única, é este o spot. Quanto a nós, não há em Portugal cenário mais impregnado de amor.
A Quinta das Lágrimas deve o nome à lenda: foi aqui que o príncipe D. Pedro e Inês de Castro viveram o seu amor proibido, e a tradição diz que a Fonte dos Amores nasceu das lágrimas de Inês, assassinada por causa do seu amor. O palácio do século XVIII que o hotel ocupa hoje foi, durante séculos, um santuário privado de reis e imperadores.
Os 12 hectares de jardins, concebidos como um verdadeiro museu botânico por Miguel Osório Cabral de Castro, reúnem espécies raras de todo o mundo — sequoias, cedros do Buçaco, uma figueira-da-baía-de-moreton — e guardam a Fonte dos Amores e a Fonte das Lágrimas, ligadas à lenda. Uma das suítes ocupa uma torre medieval.
Se nos perguntarem, o que distingue a Quinta das Lágrimas é não ter de inventar o romance: está inscrito na pedra, na água e no nome. Junte-se a isso o requinte Relais & Châteaux e uma estrela Michelin, e percebe-se porquê. Nada mal, certo?
Estamos em Coimbra, a cidade da universidade mais antiga de Portugal, a meio caminho entre Lisboa e o Porto — uma das localizações mais convenientes do país. A Quinta das Lágrimas fica num oásis verde junto ao Mondego, a poucos minutos do centro histórico e da universidade, mas recatada da agitação pelos seus 12 hectares de jardim.
A vantagem é a centralidade: o aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, fica a cerca de hora e quinze, e Lisboa a cerca de duas horas — o que dá aos convidados margem para chegar por qualquer um, com os transfers tratados pela Mary Me.
À volta está a Universidade de Coimbra, as ruínas romanas de Conímbriga, a Serra da Lousã, o Buçaco e o Mondego para um day-after. A Quinta das Lágrimas é uma base romântica, central e histórica para um destination wedding no centro de Portugal.
O grande trunfo da Quinta das Lágrimas é o cenário: os 12 hectares de jardim botânico, com a Fonte dos Amores e árvores centenárias, são um dos palcos de casamento mais bonitos do país. As cerimónias civis e simbólicas decorrem ao ar livre, entre os jardins, e as católicas nas igrejas de Coimbra, a curta distância. O cocktail flui pelo jardim botânico, com a lenda de Pedro e Inês a pairar.
O jantar e a festa instalam-se nos jardins e nos espaços do palácio, com a cozinha do restaurante Arcadas — uma estrela Michelin, do Chef Vítor Dias — a preparar os menus a partir das ervas da Horta do Chef e da fruta do pomar da própria Quinta. É um casamento de requinte absoluto, num hotel Relais & Châteaux.
E há o trunfo: com os 55 quartos do hotel — Palace, Garden e Spa — disponíveis, o casal e os convidados dormem no local, com spa e piscinas, e o casamento alarga-se a um fim de semana romântico em Coimbra. Conhecemos o Centro a fundo. A sessão do casal serpenteia pelos jardins botânicos e pela Fonte dos Amores. Pop the question. Nós tratamos do resto.
O que acrescentamos é sermos a vossa voz independente e ligar tudo o que une este palácio de Coimbra ao mundo de onde vêm os vossos convidados. Tratamos dos transfers — aproveitando a posição central de Coimbra, com o Porto a hora e quinze e Lisboa a duas horas — e da gestão dos room blocks pelos 55 quartos, com overflow nos hotéis de Coimbra quando a lista cresce, e do faseamento das chegadas de um grupo internacional.
E há a parte prática: a ligação às igrejas de Coimbra para a cerimónia católica, a licença camarária para o fogo, o sound curfew, o civil tratado em português e o programa da universidade, Conímbriga e Buçaco para quem fica. Da primeira chamada à última dança.